Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de julho de 2011

Uma casa popular e sustentável que será vendida em lojas de materiais de construção.

No projeto há previsão de aberturas para aproveitamento
               máximo da luz solar (Fotos: Divulgação)
Rio de Janeiro - Uma casa de baixo custo e com máximo aproveitamento de recursos naturais como a luz do sol e o vento. Assim é o “Minha Casa Holcim”, projeto desenvolvido pela cimenteira Holcim em parceria com a faculdade de arquitetura e urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU/UFRJ).

O modelo de habitação, lançado nesta terça-feira, 3, foi concebido a partir de diretrizes de construção sustentável. O valor estimado para venda, incluindo material e mão de obra, foi calculado em cerca de R$ 45 mil, o que pode variar de acordo com a região e a customização na parte de acabamentos.

“Geralmente, são as casas de alto padrão, e não as populares, que incorporam a sustentabilidade, sempre aliada à tecnologia de ponta”, constata Leonardo Francisco Giglio, supervisor de Desenvolvimento de Canais e Marketing da Holcim.

O “Minha Casa Holcim” tem cinco sugestões de plantas com ideias que permitem a economia de energia e água, conforto térmico e reciclagem. Há opções com dois dormitórios, além de um modelo adaptado para quem tem algum tipo de deficiência física. Assim, a área total do imóvel pode variar entre 46 e 68 metros quadrados. Cada casa prevê, ainda, um espaço adicional que pode ser mudado de acordo com as preferências do morador.

Com relação aos itens de sustentabilidade, há a inclusão de locais para dispor de lixo reciclável e óleo de cozinha usado, mais entradas de luz (melhor iluminação natural), ventilação circular (aberturas mais altas), materiais que proporcionam conforto térmico e acústico, tecnologia de energia a gás ou elétrica (eficiência energética), com opção de captação de luz solar e gestão e economia de água (sistema de captação de água da chuva para reutilização).

O protótipo está montado no campus da FAU/UFRJ. O desenvolvimento do projeto foi realizado pelos arquitetos Osvaldo Luiz de Souza e Alice de Barros Horizonte Brasileira, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ. Ambos já desenvolviam pesquisas em torno do tema construção sustentável.

COMERCIALIZAÇÃO E CONSTRUÇÃO

Outro elemento que merece destaque é a forma de comercialização. Será possível adquirir o projeto, assim como contratar a mão de obra e adquirir os itens necessários para erguer a casa em quiosques que serão montados em lojas de materiais de construção. Os compradores poderão visualizar as plantas em 3D. Para a execução, não há necessidade de “canteiro de obras”, pois os materiais chegam em contêineres com o objetivo de reduzir os resíduos de obra. A construção é rápida e leva cerca de 60 dias, podendo variar de acordo com as condições climáticas do local.

O projeto atende a região Sudeste e está disponível, nesse primeiro momento, em revendas da Holcim credenciadas de Vitória e do Rio de Janeiro.

Fonte: O Globo


Clique aqui e faça uma busca detalhada do seu imóvel.

sábado, 9 de julho de 2011

Principais Motivos para se Morar em Condomínio.

A grande tendência do mercado imobiliário brasileiro segue em direção aos condomínios fechados. Os condomínios são uma realidade para investidores e para inúmeras famílias, principalmente das classes A e B. Há alguns anos essas famílias encontram nos condomínios fechados características que mesmo os bairros mais tradicionais não tem mais como oferecer.

Além da possibilidade de construir a casa dos sonhos, os condomínios fechados oferecem uma série de vantagens para quem opta por um lote ou uma casa em um destes empreendimentos.

São pelo menos 10 grandes motivos:

Qualidade de vida

Os condomínios proporcionam uma vida saudável às famílias desde as crianças até os mais idosos. Os terrenos são bem maiores que os encontrados nos centros urbanos e propiciam a construção de casas mais espaçosas e confortáveis.

Segurança

Na maioria dos condomínios fechados existe um serviço de segurança interna que atua 24 horas para assegurar a segurança de todos os moradores. As portarias possuem guaritas que controlam a entrada e saída das pessoas, além de segurança motorizada que percorre continuamente todas as ruas internas do condomínio.

Conveniência

Próximo aos condomínios, se desenvolvem centros comerciais com vários serviços de conveniência, delivery, restaurantes, caixas automáticos da rede bancária e inúmeros outras opções que oferecem toda comodidade aos moradores.

Custo x Beneficio

As taxas de condomínio são inferiores ao que se paga em um edifício de alto padrão nos grandes centros. Além disso, os condomínios fechados oferecem uma série de serviços por uma relação custo/benefício muito mais atrativa.

Valorização do patrimonio

Os condomínios são uma realidade como opção de alto retorno de investimento. Os belos e exclusivos projetos arquitetônicos valorizam ainda mais o patrimônio de quem escolhe viver em um condomínio fechado.

Lazer total

Muitos condomínios oferecem ótima infra-estrutura de lazer, que vão desde trilhas de caminhadas e pistas de cooper até clubes completos com piscinas, quadras, salão de festas, academias e outros atrativos.

Estilo de vida

Os condomínios fechados chamam atenção pelo charme das construções e pelos belos jardins. Os espaços públicos como centros de convivência, praças e ruas são muito bem cuidados e encantam moradores e visitantes.

Natureza

Os condomínios fechados possuem grandes áreas verdes preservadas e oferecem a possibilidade de construir casas sem muros em terrenos espaçosos que se integram à natureza, condições que não são encontradas nos centros urbanos.

Liberdade assegurada

Deixar os filhos brincarem na rua é uma experiência que hoje só é permitida pelos pais dentro dos condomínios. Além disso, o contato com a natureza faz toda a diferença na educação e desenvolvimento das crianças.

Convivio familiar

Os condomínios colaboram muito com o convívio familiar por oferecer a pais e filhos áreas de lazer, centro de convivência e espaços de integração social entre a própria família e também entre os próprios vizinhos.

Hermano Lanza - Sena Empreendimentos Gerais


Clique aqui e faça uma busca detalhada do seu imóvel.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Imóveis são vistos como forma de consolidar patrimônio, dizem especialistas.

São Paulo – O brasileiro vê nos imóveis uma boa opção de reserva de valor para o longo prazo e aposta na valorização do bem, assim como no recebimento de aluguéis, como uma forma conservadora e segura de consolidação de patrimônio. 

A opinião é do economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. “Nós temos percebido, principalmente a partir de 2007 e 2008, a volta de pessoas que acreditam no imóvel como reserva de valor. Não são especuladores, são pessoas que compram pensando no longo prazo, em alugar, que querem ter o imóvel no patrimônio”, afirma o economista.

Opção segura

De acordo com o vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças), Luiz Roberto Calado, o imóvel é bem visto pela população porque é um bem tangível, ou seja, diferente de outros tipos de investimentos, ele é um bem físico. “Você vê este imóvel, você consegue tocar nele. No limite, se tudo der errado, se os investimentos perderem todo o seu valor, você tem um lugar para morar”, afirma o executivo.

Segundo ele, a evolução de preços dos imóveis costuma ter muitos altos e baixos e, mesmo na baixa, as pessoas continuam acreditando que eles são uma opção segura de investimento.

Isto explica o resultado de uma pesquisa feita nos Estados Unidos, que apontou que para grande parte da população, mesmo com a crise envolvendo o mercado imobiliário em 2008, os imóveis são a melhor opção para investimentos de longo prazo. "Os imóveis sempre são vistos como uma opção segura", ressalta Calado.

Investimento ou necessidade

Entretanto, segundo o executivo, nem todos que compram imóveis estão pensando em fazer um investimento. “Apesar de saber que, no futuro, este imóvel pode se valorizar e ser um bom negócio do ponto de vista financeiro, não são todos que compram visando investir. Isto acontece geralmente a partir do segundo ou terceiro imóvel. O primeiro, geralmente, é necessidade”, ressalta.

O economista-chefe do Secovi-SP concorda. “Grande parte da expansão do mercado imobiliário nos últimos 5 anos se deu por conta da primeira aquisição de imóveis”, aponta Petrucci.

Avanço dos preços

Nos últimos anos, os preços dos imóveis dispararam nas principais capitais do País. Segundo o índice FIPE Zap, produzido em parceria entre a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e a Zap Imóveis, nos últimos 12 meses os imóveis se valorizaram, em média, 27% na cidade de São Paulo. Já nos últimos 3 anos, o preço médio dos imóveis na capital paulista teve um aumento de 85,5%.

Para Calado, o aumento no preço dos imóveis nos últimos anos foi um pouco abrupto. “Causa até uma certa estranheza um avanço tão forte neste curto espaço de tempo”, afirma. Para o executivo, é difícil que os preços continuem nesta trajetória ascendente por muito mais tempo. “O mercado é cíclico e uma hora ele deve cair”, acredita.

Segundo o economista do Secovi-SP, 2009 e 2010 foram anos de forte recuperação dos preços. Entretanto, para este ano, a expectativa é de uma uma valorização mais conservadora. "Esperamos uma valorização mais próxima do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), algo entre 5 a 10%. Não acreditamos mais que aconteça um aumento tão forte dos preços", finaliza Petrucci.

Fonte: InfoMoney


Clique aqui e faça uma busca detalhada do seu imóvel.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Código Florestal aprovado pela Câmara de Deputados cria insegurança jurídica para os setores imobiliário e turístico.

Aprovado quase que por unanimidade pela Câmara de Deputados na última terça-feira (24), o projeto de lei que reforma o atual Código Florestal brasileiro está causando muito burburinho. De autoria do deputado Aldo Rebelo (PcdoB – SP), aprovado por 410 votos a favor, 63 contras e 1 abstenção, passará agora para aprovação no Senado, ao lado da polêmica emenda 164, esta que concede anistia a todos que desmataram até 2008.

Caso o projeto seja aprovado pelo Senado e sancionado pela Presidência da República do jeito que passou pela Câmara o texto ficou parecido com uma grande “colcha de retalhos”. Esta é uma afirmação do diretor de meio ambiente da ADIT Brasil, Gustavo Carvalho. “O texto deixou muitas incongruências. Uma delas diz respeito à conceituação de restinga, que por si só, é um conceito geológico. Devemos lembrar que o estava em discussão era a votação de um código florestal e, no entanto, de maneira não justificada, se pretende proteger áreas e não a vegetação.

Carvalho ainda fala sobre a aplicabilidade do código que está estendida, além da área rural, também para a área urbana, o que impede qualquer tipo de atividade imobiliária e turística em áreas consideradas como de preservação permanente, trazendo uma grande insegurança jurídica para o setor. “Diante do que foi aprovado ontem, entende-se que o código florestal traz muito mais dificuldades e inconsistências nas regras, impossibilitando o desenvolvimento do setor imobiliário e turístico do Brasil. Além disso, causa uma grande insegurança jurídica.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, alerta que a supressão de alguns trechos do Projeto de Lei cria um vazio jurídico preocupante sobre temas extremamente relevantes para as áreas urbanas. “As alterações efetuadas no Projeto simplesmente esquecem que o novo Código Florestal terá impacto não apenas sobre as áreas rurais ou de florestas, mas sobre todas as cidades”.

Para o presidente em exercício do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), Ciro Scopel, a não reinserção desses dispositivos vai provocar um vazio regulatório. ”Os setores imobiliário e da construção não vão contar com um instrumento legal que permita eventuais intervenções em área de preservação permanente, especificamente em área urbana. Isto representa obstáculos à implantação de infraestrutura urbana (saneamento, sistemas de escoamento de águas pluviais, sistemas viários, etc.), bem como à produção de moradias”, enfatiza Scopel.

“Se o Congresso não restabelecer o texto anterior do Projeto de Lei, corremos o sério risco de uma paralisação do mercado imobiliário, devido principalmente à insegurança jurídica que será instaurada. É sempre bom lembrar que a ausência de regras claras acaba promovendo a ocupação e a invasão irregular, levando aos piores resultados possíveis do ponto de vista do urbanismo e da qualidade de vida da população”, complementa o presidente da CBIC.

Ivon Pires, especialista em Direito Ambiental e sócio-diretor da Pires Advogados e Consultores, acredita que o Código deverá sofrer algumas alterações antes de ser aprovado pelo Senado.

Fonte: ADIT Brasil


Clique aqui e faça uma busca detalhada do seu imóvel.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Administração própria de prédio exige preparo

A maioria absoluta dos condomínios trabalha com administradoras para gerir tudo o que envolve o funcionamento de um edifício (pagamento de contas e impostos, contratação de funcionários, terceirizados ou não, limpeza etc), mas há os que preferem dispensar a prestadora de serviços e economizar esse gasto.

Segundo o diretor de administradoras do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), João Luiz Anunciato, o valor cobrado por uma administradora varia de 4% a 7% sobre os gastos totais de um condomínio. “Pode ser cobrado também um valor fixo, reajustado anualmente segundo o INPC ou IGP-M“, diz.

De acordo com os moradores do Edifício Ourives, o gasto é maior e, por isso, eles preferiram optar pela autoadministração. “Economizamos cerca de 10% sobre os gastos do condomínio ao não trabalhar com uma administradora”, calcula o síndico Paulo de Moura, de 48 anos.

Com 312 unidades e localizado no bairro Parque Bristol (zona sul da cidade), o Ourives existe há 20 anos e nunca trabalhou com administradora.

“Na época, os compradores adquiriram as unidades por meio de uma cooperativa, que nos orientou sobre como os moradores poderiam gerir o próprio condomínio. Atualmente, temos apenas o síndico, três subsíndicos e 18 conselheiros fiscais, todos moradores do edifício“, conta Moura.

Se o condomínio não trabalha com uma administradora, o Ourives possui dois funcionários encarregados da parte administrativa - e que são moradores. “Eles cuidam, entre outras coisas, da emissão dos boletos da taxa de condomínio, dos pagamentos e do fluxo de caixa, entre outros”, afirma o síndico.

Preparo - A funcionária Margarete Barboza, que vive no prédio há 20 anos, trabalha no condomínio há 18. “Ninguém melhor do que os moradores para cuidar dos interesses do condomínio”, defende. “Somos bem preparados para administrar tudo por aqui. Os boletos de pagamento, por exemplo, são gerados em nosso escritório com um software do banco com o qual trabalhamos.”

Em poucas palavras, Margarete diz quais são as vantagens e desvantagens de não ter uma administradora: “Nosso controle é maior sobre tudo o que acontece e economizamos os honorários da prestadora de serviços. Mas é trabalhoso.”

Já Anunciato, diretor do Secovi, acredita que o trabalho das administradoras é uma vantagem para o condomínio. “A autoadministração é uma situação que não recomendo porque a administradora realiza mais de 120 atividades mensalmente”, afirma Anunciato.

“É um trabalho para especialistas. Se não for feito de forma correta, pode gerar passivos nas áreas fiscal, trabalhista e cível.”



Por Jennifer Gonzale
Fonte: O Estado de S. Paulo



Clique aqui e faça uma busca detalhada do seu imóvel.

domingo, 1 de maio de 2011

Setor imobiliário e turístico: uma relação com grandes perspectivas de crescimento no país.

Crescimento da classe C impulsiona não apenas o setor imobiliário. Prova disso é a atual ascensão de linhas de crédito de longo prazo para financiamento de hotéis.


O aquecimento do mercado imobiliário também impulsiona o desenvolvimento turístico no país. Segundo indicadores da ABAV, em 2009, o Brasil recebeu 4,8 milhões de turistas estrangeiros. O bom momento vivido nos últimos anos leva investidores a olhar este segmento como uma boa oportunidade de realizar grandes negócios.

Segundo o diretor da Log Consultoria e um dos painelistas do Adit Invest 2011, Luis Albuquerque, o crescimento da classe C brasileira, que além de buscar a atender o sonho da casa própria, tem demandado muitos pacotes turísticos. “Apesar da valorização do real frente ao dólar americano estar impulsionando o turismo para fora do país, também tem barateado a vinda de turistas estrangeiros. Esse cenário aponta para grandes retornos tanto no ramo turístico quanto no imobiliário,” comenta Albuquerque.

Albuquerque destaca outro ponto: existe uma relação muito próxima entre os dois setores, pois vem se desenvolvendo no Brasil um segmento conhecido como “Segunda Residência”. "Os turistas visitam determinada localidade e, quando gostam do que encontram, acabam adquirindo um imóvel para aproveitar na época de férias. No restante do ano, aproveitam as oportunidades para alugar o imóvel por temporada. Esse mercado ajudou a aquecer o setor imobiliário antes da crise de 2008 e 2009," explica.

Crédito em ascensão

Para os investidores que buscam este ramo, Job Rodrigues explica que o BNDES oferece o programa BNDES Procopa Turismo. Lançado em janeiro de 2011, o programa destina-se exclusivamente ao setor hoteleiro, tanto para reformas quanto para novas construções, podendo apoiar investimentos em hotéis de qualquer cidade do país. “A perspectiva é de que até dezembro de 2012 a dotação orçamentária de R$ 1 bilhão tenha sido integralmente utilizada no apoio ao setor hoteleiro,” comenta Rodrigues.

Segundo o economista do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES, Job Rodrigues, os investidores tendem a considerar os investimentos em hotelaria como uma fonte mais estável de rendimentos, servindo para equilibrar carteiras mais arriscadas. “Naturalmente, em momentos de aquecimento excessivo, lançamentos imobiliários se mostram mais lucrativos do que o setor hoteleiro, o que pode estreitar a oferta de terrenos para a construção de hotéis. Em uma perspectiva de longo prazo, contudo, o mercado brasileiro apresenta uma oferta hoteleira que ainda pode se ampliar fortemente, uma vez que a demanda tende a crescer de modo consistente ao longo desta década,” ressalta

Perfil do cliente

Albuquerque destaca que os empreendimentos se adequam aos hotéis tradicionais, normalmente para áreas urbanas com pouca disponibilidade de grandes terrenos; complexos integrados, que aliam uma estrutura de resort padrão luxo e uma área destinada a um projeto imobiliário. “Dependendo do perfil a ser atingido, o projeto imobiliário pode contemplar mansões ou mix de residências com maior apelo de mercado. Esta é a oportunidade do Brasil ampliar o seu potencial nesse ramo econômico, além de melhorar a infraestrutura para os eventos de massa que acontecerão em 2014 e 2016,” finaliza.

O tema sobre as linhas de crédito de longo prazo disponível para o setor de hotelaria será debatido durante o Adit Invest que ocorrerá de 10 a 12 de maio em Fortaleza, Ceará. Mais informações no site: www.aditinvest.com.br



FONTE: REDIMOB

Clique aqui e faça uma busca detalhada do seu imóvel.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Casa Própria: um direito universal ou mais um produto no mercado?


A expansão econômica do Brasil nos últimos 8 anos, associada a um incrível crescimento do crédito imobiliário, aumentou a transferência de renda para as elites, talvez em um ritmo jamais visto, a despeito dos propósitos sociais, sinceros ou não. O m2 dos terrenos, historicamente nas mãos de uma pequena parcela da população, explodiu de preço ao mesmo tempo que os “custos de produção”, não associados ao aumento da massa salarial, também tiveram significativo aumento. Se por um lado temos muito a comemorar, como a redução do desemprego, o aumento da renda média do trabalhador, a incrível expansão da classe C, a redução da miséria, entre outros, por outro é lamentável constatar que um cidadão comum paga até 10 vezes mais por um imóvel – comparando com os preços de 8 anos atrás. A expansão econômica do Brasil nos últimos 8 anos, associada a um incrível crescimento do crédito imobiliário, aumentou a transferência de renda para as elites, talvez em um ritmo jamais visto, a despeito dos propósitos sociais, sinceros ou não. O m2 dos terrenos, historicamente nas mãos de uma pequena parcela da população, explodiu de preço ao mesmo tempo que os “custos de produção”, não associados ao aumento da massa salarial, também tiveram significativo aumento.


Mas que círculo vicioso é esse? Estamos fadados a viver entre a estagnação dos anos 90 e a explosão de preços da “era Lula”? Afinal de contas, se contabilizarmos a quantidade de horas trabalhadas, comparando um e outro momento, podemos dizer que o trabalhador se beneficiou deste período de crescimento? Ou será que essa “festa”, extremamente restrita, tem os assentos marcados e o povo não foi convidado? O que falta para o Brasil adotar um modelo que associe crescimento econômico com desenvolvimento social?

Pelo menos no setor imobiliário, talvez essa resposta dependa do governo abandonar de vez o modelo neo-liberal adotado nos anos 90 e assumir a questão da moradia como um direito universal.

Do jeito que está, o combate ao déficit habitacional deixou de ser meta das políticas habitacionais para se tornar gatilho para novas formas de crédito imobiliário, transformando a responsabilidade social do governo em responsabilidade individual do cidadão, em um processo que privilegia a acumulação financeira em detrimento à universalização da moradia.

“Este fenômeno, evidentemente, não é uma exclusividade brasileira. Reflete, na verdade, o movimento de financeirização do crédito imobiliário, dentro do qual a habitação figura, na maior parte das vezes, meramente como pretexto. A recente crise econômica, que teve seu epicentro no mercado de hipotecas norte-americano, é um exemplo do fenômeno. Em pouco tempo, ficou claro que a manipulação das hipotecas pouco tinha a ver com uma política habitacional agressiva, de caráter includente, como poderia parecer aos menos desavisados. Ligava-se, objetivamente, a um processo de acumulação de capital, que tinha no sistema de crédito a sua força propulsora”
São Paulo é a capital dos paradoxos, e também neste caso demonstra com maestria a dinâmica desse processo de financeirização do crédito imobiliário. Já é a 5ª maior cidade em população e será a 6ª mais rica do mundo em 2025, segundo a PricewaterhouseCoopers. A mesma agência de classificação, entretanto, aponta a capital paulista como a que tem um dos menores níveis de sustentabilidade em todo o planeta.

Moradia é um direito universal, não um produto de mercado.

A cidade tem cerca de 11 milhões de habitantes, dos quais quatro milhões vivem em cortiços, favelas ou loteamentos clandestinos, porque o crescimento não é acompanhado pela política habitacional. Esse fato aparentemente não “tira o sono” dos gestores: o prefeito Gilberto Kassab (DEM) reduziu de 120 mil para 85 mil as famílias que serão beneficiadas pelo programa de urbanização de favelas, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Ele também cortou o número de famílias atendidas pelo programa de regularização fundiária (-23%) e de recuperação de cortiços (-25%). Aliás, no quesito “política habitacional” nenhuma meta foi revisada para “mais”, ao contrário.

No entanto a cidade de São Paulo vem batendo recordes atrás de recordes na construção de novas moradias, marcando claramente a distinção entre política habitacional com cunho social e o desenvolvimento do mercado com base na expansão do crédito imobiliário.

João Whitaker, arquiteto e urbanista, em uma entrevista de Abril/2009, alertou para as dificuldades que qualquer plano de política habitacional para a população de baixa renda, citando especificamente o Minha Casa Minha Vida, enfrentaria se não fossem resolvidos os gargalos estruturais da política habitacional no Brasil, em especial o acesso à terra urbanizada: “até hoje os municípios se eximiram de aplicar o Estatuto da Cidade, criado em 2001 para resolver os problemas fundiários e de ocupação de terras nas áreas urbanas. Desta forma, grande parte dos recursos destinados … pode ficar congelada ou, mais factível, forçará os mais pobres a reincidirem na busca por terrenos em regiões distantes do centro e sem infra-estrutura adequada…a tendência é de as construtoras buscarem primeiramente o consumidor de maior renda na venda de casas”.

O mais curioso desse processo é que essa expansão, que favorece a acumulação de renda e que não é inclusiva, se baseia essencialmente em recursos provenientes do próprio trabalhador, em especial o FGTS e a poupança. O primeiro, um depósito compulsório, tomado dos trabalhadores brasileiros e remunerado de forma extremamente precária e o segundo, a popular “aplicação financeira” dos pequenos investidores.

Seguindo uma lógica “capitalista selvagem”, quando o trabalhador empresta esse dinheiro ao governo, e este aos grandes “investidores”, recebe migalhas como compensação. Quando é o contrário, caso em que o mesmo trabalhador vai pegar esse dinheiro emprestado, tem que pagar juros exorbitantes.

E essas são as duas principais fontes do SFI, que “por suas características intrínsecas, é incapaz de operar um efeito redistributivo. Em outras palavras, o SFI, sem o apoio do crédito dirigido e da concessão de recursos por parte do Poder Público por meio da alocação do FGTS e do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), não se mostra capaz de combater o déficit habitacional, especialmente por conta da necessidade de responder aos investidores em primeiro lugar e não à demanda por moradia das famílias de menor renda. A qualificação do SFI como sistema apto a financiar a política habitacional é, neste sentido, um processo ideológico que visa, justamente, a operação do seu contrário – a captura do sistema de crédito subvencionado e a concentração dos recursos do sistema em detrimento dos grupos de menor poder aquisitivo”.

Guardadas algumas peculiaridades em cada caso, esse é o modelo americano que não deu certo, agravado por um quadro social dramático, em um país com forte demanda habitacional e graves problemas estruturais. Trilhar esse caminho pode significar abrir mão do desenvolvimento conquistado ao longo dos últimos anos, sobretudo em um ambiente econômico supostamente favorável às economias emergentes.

Em todo o planeta, o desenvolvimento econômico sustentável das nações foi precedido de garantias mínimas à população, como educação de qualidade, saneamento básico, saúde e moradia. O contrário é favorecer o capital especulativo (o foco migra do bem estar social para a remuneração do capital). É preciso romper esse ciclo e assumir a vontade de transformar o Brasil em uma grande potência mundial, e neste contexto entender que moradia não é meramente um produto de mercado, e sim uma necessidade básica e um direito universal.

Fonte: Fórum Imobiliário

Acesse nosso site e escolha seu imóvel.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Parques Ecológicos e Qualidade de vida


A importância da implantação de espaços destinados ao lazer e da manutenção da qualidade ambiental nas cidades é cada vez maior, pois, em áreas urbanizadas, os problemas ambientais ganham maior amplitude. Dentro deste contexto, faz-se necessária a adoção de medidas que tenham como objetivo a diminuição dos efeitos negativos produzidos pela urbanização acelerada e desordenada. As áreas verdes destinadas ao lazer e contemplação, espaços preservados dentro do perímetro urbano, contribuem para o equilíbrio entre as relações da população com seu meio ambiente.

Não há como pensar em um planeta sustentável sem iniciativas que estimulem o desenvolvimento e conservação de áreas verdes. É preciso por em prática políticas públicas que valorizem a conservação e a preservação da natureza, visando o tão almejado desenvolvimento sustentável. Há algumas décadas, as questões ligadas ao ambiente urbano ainda não se encontravam delineadas com precisão e não incluíam a relação entre crescimento urbano, preservação ambiental e qualidade de vida. As áreas verdes urbanas tinham suas funções voltadas principalmente para a estética e o lazer.Com o advento da Primeira Revolução Industrial, as grandes fábricas necessitavam de mão-de-obra, que estava concentrada no meio rural. Com a vinda das pessoas para as cidades, ocorreu uma mudança no estilo de vida. Para minimizar as tensões da vida nas cidades, os espaços livres surgiram com o objetivo de amenizar os problemas sociais e ambientais urbanos, que se tornaram extremamente graves. Sentiu-se a necessidade de minimizar o cotidiano massacrante de muito trabalho e pouco lazer.
A cidade industrial moderna, com seu emaranhado de problemas, impôs a necessidade de implantação de áreas verdes, parques e jardins, como elementos urbanísticos, não destinados apenas à ornamentação urbana, mas como uma necessidade higiênica, de recreação e mesmo de defesa e recuperação do meio ambiente em face à degradação de agentes poluidores. As áreas verdes atuariam ainda como elementos de equilíbrio do meio ambiente urbano, de equilíbrio psicológico, de reconstrução da tranqüilidade, de recomposição do temperamento desgastado no cotidiano estressante.

Colombia: parque ecologico en el lago calima  

Estudos recentes sobre a importância ambiental urbana dos parques e a sua contribuição para a melhoria da qualidade de vida estão sendo realizados para melhor compreender a gestão destes espaços e proporcionar aos habitantes das cidades condições mais favoráveis ao seu bem-estar. As necessidades de conforto climático, de satisfação estética e de presença da paisagem natural no interior da massa construída, dando, inclusive, suporte à fauna, são atendidas pela arborização das vias públicas e pelos grupos arbóreos presentes nos parques e praças.
No final do século XVIII e início do século XIX, surgiram os primeiros espaços ajardinados para o uso público e os primeiros parques urbanos. Com o crescimento das cidades e a destruição das florestas, o interesse por jardins e parques apareceu como um contraponto à sociedade industrial e passou a fazer parte do cotidiano urbano. Em meados do século XX, são implantados os primeiros grandes parques projetados para o lazer público. Nas décadas de 1960, 1970 e 1980, a sociedade brasileira passou por profundas transformações, que parecem ter colocado os parques urbanos no foco das políticas públicas.
O parque de lazer surge como uma proposta de conservação do ambiente e diminuição dos impactos da utilização do espaço. São locais que, preservados dentro do perímetro urbano, são freqüentados e utilizados por parcela importante da população como áreas de lazer, convívio, contemplação, prática de esportes, entre outros e representam qualidade de vida. O chamado parque público ainda pode funcionar como uma espécie de barreira para impedir a ocupação indevida de áreas sujeitas a desmoronamentos e processos erosivos, e também para evitar que alguns rios e córregos tornem-se depósito de lixo. Os lagos dos parques podem auxiliar na contenção de enchentes e funcionar como reguladores da vazão das águas em períodos de elevados índices pluviométricos. As cidades brasileiras necessitam cada vez mais de novos parques públicos, em geral de dimensões menores devido à escassez de terrenos e ao alto custo destes nos grandes centros urbanos. As áreas verdes das cidades podem ser pensadas como unidades de conservação urbana, sendo espaços significativos para a qualidade ambiental desde um quintal privado, uma calçada verde, um canteiro central de uma avenida, uma praça, a arborização urbana, bem como as áreas maiores – os nossos parques. Para nós, seres humanos, esses espaços constituem a possibilidade de contemplação e convívio com a natureza. Os Parques Ecológicos, a serem implantados, tem como objetivo principal a conservação dos recursos naturais e trata-se de um espaço destinado à recreação e contemplação da natureza, constituído por portais, decks de madeira, passarela para transposição do córrego, pista de skate e playground.

O poder público conta com a colaboração da comunidade na gestão e conservação dos parques e praças municipais, de forma a utilizá-los de maneira adequada para sua preservação.

Fonte: Secretaria de Planejamento Urbano de Tupã/SP

Acesse informações imobiliárias e veja outros informativos...
Anda buscando seu imóvel? Nós temos a melhor opção www.c21classeaimoveis.com.br

Postagens Mais Visitadas