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terça-feira, 12 de julho de 2011

Uma casa popular e sustentável que será vendida em lojas de materiais de construção.

No projeto há previsão de aberturas para aproveitamento
               máximo da luz solar (Fotos: Divulgação)
Rio de Janeiro - Uma casa de baixo custo e com máximo aproveitamento de recursos naturais como a luz do sol e o vento. Assim é o “Minha Casa Holcim”, projeto desenvolvido pela cimenteira Holcim em parceria com a faculdade de arquitetura e urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU/UFRJ).

O modelo de habitação, lançado nesta terça-feira, 3, foi concebido a partir de diretrizes de construção sustentável. O valor estimado para venda, incluindo material e mão de obra, foi calculado em cerca de R$ 45 mil, o que pode variar de acordo com a região e a customização na parte de acabamentos.

“Geralmente, são as casas de alto padrão, e não as populares, que incorporam a sustentabilidade, sempre aliada à tecnologia de ponta”, constata Leonardo Francisco Giglio, supervisor de Desenvolvimento de Canais e Marketing da Holcim.

O “Minha Casa Holcim” tem cinco sugestões de plantas com ideias que permitem a economia de energia e água, conforto térmico e reciclagem. Há opções com dois dormitórios, além de um modelo adaptado para quem tem algum tipo de deficiência física. Assim, a área total do imóvel pode variar entre 46 e 68 metros quadrados. Cada casa prevê, ainda, um espaço adicional que pode ser mudado de acordo com as preferências do morador.

Com relação aos itens de sustentabilidade, há a inclusão de locais para dispor de lixo reciclável e óleo de cozinha usado, mais entradas de luz (melhor iluminação natural), ventilação circular (aberturas mais altas), materiais que proporcionam conforto térmico e acústico, tecnologia de energia a gás ou elétrica (eficiência energética), com opção de captação de luz solar e gestão e economia de água (sistema de captação de água da chuva para reutilização).

O protótipo está montado no campus da FAU/UFRJ. O desenvolvimento do projeto foi realizado pelos arquitetos Osvaldo Luiz de Souza e Alice de Barros Horizonte Brasileira, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ. Ambos já desenvolviam pesquisas em torno do tema construção sustentável.

COMERCIALIZAÇÃO E CONSTRUÇÃO

Outro elemento que merece destaque é a forma de comercialização. Será possível adquirir o projeto, assim como contratar a mão de obra e adquirir os itens necessários para erguer a casa em quiosques que serão montados em lojas de materiais de construção. Os compradores poderão visualizar as plantas em 3D. Para a execução, não há necessidade de “canteiro de obras”, pois os materiais chegam em contêineres com o objetivo de reduzir os resíduos de obra. A construção é rápida e leva cerca de 60 dias, podendo variar de acordo com as condições climáticas do local.

O projeto atende a região Sudeste e está disponível, nesse primeiro momento, em revendas da Holcim credenciadas de Vitória e do Rio de Janeiro.

Fonte: O Globo


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sábado, 9 de julho de 2011

Principais Motivos para se Morar em Condomínio.

A grande tendência do mercado imobiliário brasileiro segue em direção aos condomínios fechados. Os condomínios são uma realidade para investidores e para inúmeras famílias, principalmente das classes A e B. Há alguns anos essas famílias encontram nos condomínios fechados características que mesmo os bairros mais tradicionais não tem mais como oferecer.

Além da possibilidade de construir a casa dos sonhos, os condomínios fechados oferecem uma série de vantagens para quem opta por um lote ou uma casa em um destes empreendimentos.

São pelo menos 10 grandes motivos:

Qualidade de vida

Os condomínios proporcionam uma vida saudável às famílias desde as crianças até os mais idosos. Os terrenos são bem maiores que os encontrados nos centros urbanos e propiciam a construção de casas mais espaçosas e confortáveis.

Segurança

Na maioria dos condomínios fechados existe um serviço de segurança interna que atua 24 horas para assegurar a segurança de todos os moradores. As portarias possuem guaritas que controlam a entrada e saída das pessoas, além de segurança motorizada que percorre continuamente todas as ruas internas do condomínio.

Conveniência

Próximo aos condomínios, se desenvolvem centros comerciais com vários serviços de conveniência, delivery, restaurantes, caixas automáticos da rede bancária e inúmeros outras opções que oferecem toda comodidade aos moradores.

Custo x Beneficio

As taxas de condomínio são inferiores ao que se paga em um edifício de alto padrão nos grandes centros. Além disso, os condomínios fechados oferecem uma série de serviços por uma relação custo/benefício muito mais atrativa.

Valorização do patrimonio

Os condomínios são uma realidade como opção de alto retorno de investimento. Os belos e exclusivos projetos arquitetônicos valorizam ainda mais o patrimônio de quem escolhe viver em um condomínio fechado.

Lazer total

Muitos condomínios oferecem ótima infra-estrutura de lazer, que vão desde trilhas de caminhadas e pistas de cooper até clubes completos com piscinas, quadras, salão de festas, academias e outros atrativos.

Estilo de vida

Os condomínios fechados chamam atenção pelo charme das construções e pelos belos jardins. Os espaços públicos como centros de convivência, praças e ruas são muito bem cuidados e encantam moradores e visitantes.

Natureza

Os condomínios fechados possuem grandes áreas verdes preservadas e oferecem a possibilidade de construir casas sem muros em terrenos espaçosos que se integram à natureza, condições que não são encontradas nos centros urbanos.

Liberdade assegurada

Deixar os filhos brincarem na rua é uma experiência que hoje só é permitida pelos pais dentro dos condomínios. Além disso, o contato com a natureza faz toda a diferença na educação e desenvolvimento das crianças.

Convivio familiar

Os condomínios colaboram muito com o convívio familiar por oferecer a pais e filhos áreas de lazer, centro de convivência e espaços de integração social entre a própria família e também entre os próprios vizinhos.

Hermano Lanza - Sena Empreendimentos Gerais


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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Foco no Cliente: Satisfação em ter Clientes Felizes.

1.Quais são as dicas básicas para um atendimento bem sucedido?

Uma dica importantíssima é ter FOCO NO CLIENTE, isto é estar comprometido com o resultado e o sucesso do cliente, se comportando como se fosse um Consultor do Cliente, aquele que tem prazer em levar solução para os problemas do cliente.

Outra dica importante é o relacionamento com o cliente, tendo a percepção de que tipo de cliente tem à sua frente e buscando a forma mais eficaz de se comunicar considerando as características principais daquele cliente. Cada ser humano é único e gosta de ser tratado como tal.  O marketing de relacionamento é um diferencial que encanta o Cliente.

2.Dá para se classificar os tipos de cliente? Como?

Existem alguns autores que não gostam de nenhuma classificação, pois acreditam que isso rotula ou discrimina as pessoas e elas passam a ser vistas como se fossem apenas aquele tipo específico, outros acreditam que fazendo algum tipo de classificação estão fornecendo sua contribuição didática para facilitar o relacionamento e a qualidade da comunicação e do atendimento à satisfação do Cliente. Baseada na segunda hipótese vou relacionar alguns tipos de cliente e a melhor forma de relacionamento com eles:

EMOTIVO: São aquelas pessoas muito sensíveis, carentes emocionalmente, sentimentais, que tentam envolver e tomar muito tempo de quem está atendendo.

Elas esperam um relacionamento afetivo, com dose fortalecida de empatia, ser chamada pelo nome repetidas vezes, cruzamento de olhares compreensivos e a certeza de que o sentimento foi compreendido junto com a garantia da solução para o seu problema.

RACIONAL
: São aquelas pessoas que argumentam com critérios fortemente racionais, dados da realidade, objetividade, apresentam fatos, detalhes.

Com essas pessoas é necessário conhecer todos os detalhes sobres suas necessidades, agilidade, raciocínio rápido e evitar as palavras: eu acho... que... eu acredito, é possível que..., não tenho certeza..., etc. Todos os argumentos devem ser claros, objetivos, concretos, rápidos e ao mesmo tempo detalhados, sem deixar sombra de dúvida, passando o máximo de conhecimento e credibilidade.

FALADOR: Fala demais e se perde nos assuntos, é prolixo e vai procurar obter o máximo da atenção e do tempo de quem o atende.

Com o falador devemos evitar embarcar nas suas “viagens”, dar toda atenção, cortesia, e solução, porém administrando o tempo e os argumentos dele. Como se faz com que uma pessoa que está contando uma história interminável seja interrompida com cortesia e técnica? A resposta é simples, fazendo uma pergunta fechada, que exige uma resposta curta, mudando a atenção do cliente o que possibilita a quem atende retomar o controle da relação e encaminhar a solução com objetividade, atenção, cortesia, etc.

CALADO
: São pessoas mais introvertidas, com dificuldades de comunicação e expressão verbal, que têm medo de expor, apenas resmungam e falam monossílabos.

Com este estilo, devemos fazer muitas perguntas abertas, perguntas que obrigam a uma resposta e a expor seu ponto de vista, sempre que possível dando feedbacks positivos, olhares de atenção e aprovação, passando segurança para que ele se sinta encorajado e fortalecido na sua argumentação.

INOVADOR
: Este cliente, é aquele que acredita que o atendente tem obrigação de saber tudo e fornecer informações a respeito de coisas que nada tem a ver com o atendimento que fornece, esperando encontrar sempre uma fonte de novidades.

Com este cliente, dê destaque ao assunto que você domina, sobre seu produto, serviço ou atendimento e deixe claro que sobre sua área você pode fornecer muitas informações preciosas, mas, que não é uma fonte para tudo que ele precisa, outras pessoas poderão ter as novidades que ele busca, sempre com cortesia, solicitude, empatia.

FORMAL: São pessoas muitas presas a formalidades, etiquetas, com fortes preconceitos morais.

Com essas pessoas, a atitude mais assertiva é a atenção com a linguagem, tom de voz, velocidade da voz, elegância ao falar e na gesticulação, escolha de palavras que estão dentro do interesse do cliente, objetividade.

Aí estão alguns tipos de Cliente, existem outros que poderemos falar numa próxima entrevista, mas o fundamental é perceber a importância da Percepção do Cliente, do foco no cliente, para reconhecer cada tipo e encontrar a forma mais correta de se relacionar com ele. Procurar conhecer o ser humano todos os dias um pouquinho mais é uma receita infalível.

3.Qual o melhor procedimento para o atendimento a um cliente explosivo?

O melhor procedimento:

Ser racional

Permitir que ele fale bastante até extravasar parte da sua tensão

Fazer algumas perguntas abertas e ouvir com atenção

Repetir um resumo do que o cliente disse demonstrando sua total atenção e compromisso na busca da solução

Não se alterar com as ofensas e agressividade do cliente

Compreender que aquele desequilíbrio é do cliente e você não deve se envolver emocionalmente com o desequilíbrio dele

Ter consciência de que agressividade dele é fruto de um desequilíbrio dele ou de uma frustração com produto, serviço ou atendimento que ele teve e não com você, e que você é o representante da empresa para ele, portanto é sobre você que ele descarrega sua insatisfação

Ter foco na solução e não no problema que ele apresenta. Enquanto o foco do cliente está no problema, o seu estará em apresentar soluções eficazes.

4.O que faz ser um bom atendente?

O bom atendente:

Tem em mente que atende pessoas, seres humanos que como ele próprio, tem razão e emoção, alguns dias estão mais equilibrados emocionalmente e outros não;

Entende que o relacionamento com o cliente poderá fazer a diferença, melhorando o dia e o bem estar de cada pessoa atendida;

Reconhece sentimentos e emoções no outro e interage positivamente com esses sentimentos e emoções, de ser humano para ser humano;

Entende que se colocar no lugar do outro, não é apenas trocar de lugar com ele, mas perceber sob o ponto de vista, emoções, sentimentos e interesses, percepções e motivações dele, e oferece o atendimento que gostaria de receber se fosse ele e estivesse na situação dele.

Tem preocupação constante em melhorar a eficácia na comunicação interpessoal.

Tem respeito pelo ser humano, comportamento ético, imparcialidade e toma muito cuidado com a contaminação dos preconceitos, pressupostos, rótulos e discriminações na interação com as pessoas.

Fonte: Guia RH

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terça-feira, 5 de julho de 2011

Veja como conseguir desconto no registro de imóvel.

Desde 1981, quem compra o primeiro imóvel através de financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) pode pedir 50% de desconto nos emolumentos cartorários, uma das fatias mais indigestas nos custos de registro. O direito existe. Difícil é fazê-lo valer. Por isso, a Corregedoria Geral da Justiça de Pernambuco e a Caixa Econômica Federal assinaram, ontem à tarde, um convênio para a expedição de declarações que garantam o acesso do consumidor ao benefício. O serviço deve ter início hoje, após a publicação do provimento no Diário Oficial.


Pelo acordo, a Caixa assume a responsabilidade de realizar uma consulta completa no banco de dados do SFH e expedir uma declaração ao consumidor, caso seja, de fato, a sua primeira aquisição de imóvel feita através do financiamento. Segundo o gerente jurídico regional do banco, Ricardo Siqueira, embora exija trabalho, o novo serviço não acarretará em custos para o usuário.A declaração será entregue junto ao contrato de compra e venda. Com os documentos, o consumidor poderá dar entrada com o registro e solicitar o desconto de 50% nos emolumentos. Para um apartamento de R$ 100 mil, a economia é de R$ 435,36. Para um de R$ 200 mil, a conta fica R$ 823,64 mais leve. O juiz corregedor dos Cartórios da Capital, Sérgio Paulo Ribeiro, lembra que o abatimento não recai sobre as demais despesas de registro, como a Taxa de Fiscalização sobre Serviços Notariais e de Registros (TSNR). Esta equivale a 0,2% do valor do imóvel (para os de até R$ 100 mil) ou 0,25% (para os demais) e se limita a R$ 1.575,21.Para Ribeiro, o serviço vai eliminar o problema da comprovação de direito, visto que o consumidor não precisará mais juntar documentos que atestem nunca ter adquirido um imóvel através de financiamento do SFH. Se o usuário, ainda assim, encontrar resistência por parte dos cartórios, deverá prestar queixa à Corregedoria Geral de Justiça. Isso pode ser feito pessoalmente, no Fórum Thomaz de Aquino, Centro do Recife,ou pelo e-mail cgj.extrajudicial.capital@tjpe.jus.br.Além de facilitar a comprovação, o Tribunal de Justiça quer divulgar a lei junto à população. Por isso, vai exigir que os cartórios deixem cartazes ou adesivos à vista, com a tabela de custas e as informações necessárias. ´Estamos apenas determinando o cumprimento da legislação`, afirmou o corregedor-geral de Justiça de Pernambuco, desembargador Bartolomeu Bueno.Os emolumentos e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) representam os maiores gastos de registro.Valores dos emolumentos, por preço do imóvel


                                                              Veja a tabela abaixo:



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Atraso no pagamento do condomínio cai pela metade em SP.

O número de boletos de condomínio pagos com atraso caiu praticamente pela metade na cidade de São Paulo. É o que aponta levantamento da Lello.

Segundo o estudo, o índice de impontualidade, isto é, de cotas pagas após a data de vencimento, foi de 20% entre os 710 mil boletos emitidos pela administradora em 2009. No ano passado, 10,9% dos 875 mil boletos foram pagos com atraso.

Neste ano, a impontualidade tem se mantido estável em relação à média de 2010. Nos quatro primeiros meses do ano, segundo a Lello, foram emitidos 314,6 mil boletos, dos quais 35,6 mil não foram pagos na data de vencimento, o que representa 11,3% de impontualidade.

Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios, atribui a queda no total de atraso ao aquecimento da economia e melhora do poder aquisitivo da população, além da entrada em vigor, em 2008, de legislação estadual que permite a inscrição de condôminos devedores em serviços de proteção ao crédito.

“É importante ressaltar que parte dos moradores que atrasam o condomínio realizam o pagamento dentro do mês, em no máximo 30 dias após o vencimento. O índice daqueles que pagam o boleto entre o 31º e o 60º dia depois da data correta é, em média, de 4%”, diz Angélica.

Para agilizar a cobrança de boletos em atraso, a Lello utiliza uma ferramenta exclusiva e totalmente informatizada, que é acionada assim que uma cota de condomínio não é paga na data do vencimento. O sistema encaminha, automaticamente, aos condôminos impontuais, cartas boleto estendendo o prazo de pagamento, com multa e juros já calculados. Oferece, ainda, opções de parcelamento do valor caso o síndico assim o determine, e avisa sobre eventuais encaminhamentos para processo de cobrança judicial.

Fonte: Zap


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domingo, 3 de julho de 2011

Truques e dicas para vender a sua casa mais depressa.

O mercado imobiliário poderá à partida não parecer ter muitos segredos. Procura-se uma casa, compra-se e faz-se a mudança. Se quisermos vender, é mais fácil ainda. Colocamos um anúncio, mostramos a casa aos interessados, aceitamos a proposta e vendemos. Negócio feito, pronto, finito.

Saiba que a idéia exposta anteriormente não é a mais acertada. Como é do conhecimento comum, o mercado imobiliário pode transformar-se num grande problema e numa grande confusão. Todos, enquanto proprietários de um imóvel, fazemos parte do negócio imobiliário. Mesmo que não pretendamos comprar ou vender, enquanto proprietários, fazemos parte deste negócio. E sabe porquê? Porque cabe-lhe, enquanto dono da sua propriedade, assegurar que a sua casa nunca desvaloriza. Que o dinheiro que deu (ou ainda dá, no caso de estar a pagar um empréstimo) por ela, não é superior ao valor que a casa tem na realidade. Se comprou uma casa por determinado do valor, ela tem de ter a tendência a valorizar, e cabe-lhe ajudar nisso e ficar preocupado se a inflação ou o déficit desvalorizam o seu investimento.

Se enquanto proprietário sem intenções de mudança a preocupação deve ser alguma, se for vender a sua casa a preocupação e o plano de valorização deve ser ainda maior.

Se está com intenções de vender a sua casa, vamos ajudá-lo com alguns truques e dicas:

Olhe bem para a sua casa e veja-a como se nunca a tivesse visto. Comece a apontar defeitos e qualidades na casa. Seja realista e não julgue que vive num castelo.

Faça mudanças.e de um novo ar à sua casa

Mantenha sempre a casa limpa e arrumada. Deixe a casa a arejar para que o ar circule e desapareçam cheiros de tabaco ou comida.

Se o prédio não está no melhor estado, informe-se junto do condomínio se existe a intenção de arranjar o edifício. Uma pintura faz uma grande diferença. Se a intenção é positiva, mas não passa disso mesmo, transmita a um comprador essa informação.

Pintura nova também ajuda e se possível, substitua os móveis da cozinha se estes estiverem em mau estado.

Mantenha a escada do prédio limpa. A impressão terá sempre de ser a melhor.

Quando forem efetuadas visitas à casa não tente se impor. Valorize o que é seu, sem cair no ridículo de querer valorizar o que todos já sabemos é mau. Fale bem da vizinhança e do silêncio que se faz na rua à noite. Da proximidade dos transportes ou do fácil estacionamento.

Valorize de forma sensata. Convencerá mais facilmente alguém dessa forma do que se mostrar desesperado. 

Boas vendas!

Fonte: Ruadireita (adaptado)


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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Onde estão os imóveis mais comprados pelos paulistanos.

O segundo trimestre do ano começou com alta de 48% na venda de imóveis novos na cidade de São Paulo. As unidades de 3 dormitórios foram as mais vendidas (914 unidades), com participação de 39,4% sobre o total, seguidas das de dois dormitórios, com 817 imóveis escoados (35,2% das vendas). Juntos, os dois segmentos foram responsáveis por 74,6% do movimento comercializado no mês. A maioria das unidades vendidas em abril (68,9% ou 1.597 unidades) tinha área de até 85 metros quadrados.

As vendas do segmento de 3 dormitórios ocorreram, principalmente, em bairros tradicionais da cidade, como Mooca, Morumbi e Vila Carrão, com participação do Parque Tomas Edison (Barra Funda). Os valores médios das unidades com bom desempenho atingiram amplo espectro, entre R$ 300 mil e R$ 600 mil.

Já no nicho de 2 dormitórios prevaleceram imóveis com valores médios de R$ 120 mil a R$ 600 mil, em bairros como Mooca, Morumbi, Vila Mariana, São Miguel Paulista, Lapa, Parque Bristol (região da Saúde) e Pari.

Unidades de 4 dormitórios apresentaram, em geral, valores superiores a R$ 700 mil, mas nesse nicho também foram detectados imóveis na faixa de R$ 400 mil a R$ 500 mil.

Lançamentos residenciais

Na capital paulista, a Embraesp (Empresa de Brasileira de Estudos do Patrimônio) apurou em abril o lançamento de 2.129 unidades, um aumento de 39,2% sobre março (1.530 unidades).

Na Região Metropolitana (RMSP ou Grande São Paulo), que compreende a cidade de São Paulo e mais 38 municípios, foram comercializadas 4.663 unidades, com a participação de 49,7% da capital sobre o volume negociado.

No mês, as vendas na RMSP superaram em 19,6% os dados de março (3.899 unidades). Já com relação aos lançamentos, a região registrou 3.817 unidades, alta de 27,1% sobre os 3.002 imóveis colocados no mercado no mês anterior.

Do total de unidades lançadas na Região Metropolitana no período de janeiro a abril deste ano, 74,5% (10.366 unidades) tinham valor médio superior a R$ 170 mil. Imóveis econômicos – com valores de até R$ 170 mil – atingiram 3.548 unidades, equivalente a 25,4% dos lançamentos do primeiro quadrimestre. 

Fonte: R7

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Como atender clientes difíceis.

Corretores de Imóveis algumas abaixo algumas dicas para atender clientes dificeis.

Um dos grandes desafios dos vendedores é o atendimento de clientes considerados difíceis.

Como lidar com clientes chatos? – é a pergunta que geralmente me fazem.

Embora eu não acredite em fórmulas mágicas, aqui vai uma dica.

Primeiro – O que entendemos como um cliente difícil? 

A primeira coisa a ser feita é tentar decifrar o tipo de cliente que está na nossa frente e o motivo da sua “chatice”.

• Ele pode “ser” chato porque é exigente, detalhista e técnico e não sai por aí metendo a mão no bolso para qualquer vendedor;

• Ele pode “estar” chato porque teve problemas com o atendimento ou com os produtos que comprou;

• Ele pode “estar” enfrentando problemas particulares ou até mesmo “ser” chato por natureza;

Segundo – De que lado está o problema?

Antes de entrarmos no assunto, vamos esclarecer uma coisa importante – O que nós, vendedores, queremos de um cliente – Fechar a venda e pensar na melhor forma de gastar a comissão ou comprar uma boa briga?

A resposta é tão óbvia que você deve estar pensando que só um maluco faz uma pergunta destas, não está?

Sabe o que é? Já ouvi muito vendedor dizer que pode até perder a venda, mas não leva desaforo p’ra casa!

Bem, mas vamos partir do princípio de que nós somos da paz e que tudo o que queremos é ver o cliente feliz e a nossa conta bancária engordando, certo?

Então qualquer estratégia que possamos adotar tem como objetivo baixar a adrenalina dos clientes chatos e, se possível, transformá-los em bons amigos.

Se formos capazes de entender a situação e definir de que lado está o problema, vai ficar mais fácil resolver cada conflito.


Vamos ver cada um dos casos?


1. Estratégia para lidar com clientes exigentes, detalhistas e técnicos

    Primeiro – Definir de quem é o problema

Quando você se depara com um cliente exigente que valoriza cada um dos centavos que vai gastar, ou excessivamente técnico a ponto de fazer perguntas que você nem imaginava que alguém pudesse fazer, de quem é o problema, seu ou dele?

É lógico que é seu! Ele está desempenhando o papel que cabe a um bom comprador – valorizar cada centavo investido.

   Segundo – Resolver o problema

Cabe a você, como vendedor, saber negociar, ter competência para responder às perguntas, eliminar as dúvidas, e dar ao cliente a segurança de que está fazendo um bom negócio.

2. Estratégia para lidar com clientes aborrecidos com o atendimento, ou com a qualidade dos produtos ou serviços

    Primeiro – Definir de quem é o problema

Quando você se depara com um cliente reclamando da qualidade do produto, demora na entrega, ou qualquer outro problema referente a serviços, o problema é seu e da sua empresa.

Mesmo que fique comprovado que o cliente não tem razão, ainda assim o problema deve ser enfrentado como sendo do vendedor e da empresa.

Sendo assim, tire o problema da mão do cliente o mais rápido que puder!

    Segundo – Resolver o problema

A primeira coisa que você deve fazer é deixar o cliente falar à vontade. Não o interrompa. Simplesmente ouça e deixe que descarregue a adrenalina.

Se você tentar interrompê-lo, vai jogar lenha na fogueira e alimentar o descontrole dele.

Imagine que o cliente está reclamando de um atraso na entrega da mercadoria, o que acabou provocando transtornos para ele e para a família.

Quando ele se calar, faça uma pergunta resumindo o que ele disse para demonstrar que você o ouviu e está interessado em ajudá-lo. Por exemplo – O Sr. está me dizendo que a entrega atrasou e que acabou causando grande transtorno para a sua família, é isso?

Após a confirmação, coloque-se no lugar dele demonstrando que está entendendo a situação, dizendo algo como – Posso imaginar o transtorno e os problemas causados pela demora na entrega da mercadoria.

Você vai perceber que o cliente vai se acalmar dando oportunidade para que o assunto seja analisado de forma racional.

Lembre-se – ou você age de forma a trazer um cliente irado para o campo racional ou não haverá diálogo!

3. Estratégia para lidar com clientes realmente difíceis


    Primeiro – Definir de quem é o problema

Entendemos que estamos diante de clientes realmente difíceis quando não existir qualquer antecedente que justifique o seu mau-humor.

Existem, infelizmente, muitas pessoas que usam as outras para descarregar seus ódios, transferir suas culpas ou pavonear seus egos.

Você, vendedor, como pessoa pública, não está livre de ser alvo desse tipo de pessoas.

Afinal nem todo mundo é obrigado a gostar de você, não é verdade?

Eu sei o que você está pensando – que não tem nada a ver com os problemas dos outros, certo?

Já ouvi vendedores dizerem que o ouvido deles não é “penico” para ouvir tanta porcaria!

Lá isso é verdade!

Mas você está lembrado que, no início do artigo, decidimos continuar sendo da paz e fazer nossos clientes felizes e nossas contas bancárias mais gordas, lembra?

    Segundo – Resolver o problema

Pois é, mesmo o problema não sendo seu e sim do cliente, ainda acho que a forma mais digna de lidar com esse tipo de clientes é não expô-los ao ridículo mais do que já estão!

Deixar o cliente pagar um mico maior não vai ser bom para ninguém.

Nesses casos, tudo o que você poderá fazer é dar o ouvido para o cliente despejar suas frustrações e o ombro para o cliente chorar suas mágoas.

Ouça tudo o que ele tem a dizer e permaneça calado.

Na maioria das vezes, quando ele se dá conta do papelão que está fazendo, olha para você e diz, muito sem graça – Me desculpe! O problema não é com você. É que o dia para mim está sendo terrível...

Isso quando não desata a contar a sua vida desde os primeiros passos.

Você sabia que nos dias de hoje, em que a solidão está presente na vida da grande maioria das pessoas, elas nada mais querem do que alguém que esteja disposto a ouví-las?

4. A terrível vingança

A partir desse momento você, como vendedor, vai começar a pôr em prática a sua terrível vingança – vender o mais que puder para esse cliente!

5. Moral da história

Quem ri por último é porque conseguiu ganhar mais!

Luiz Viegas
Consultor de Produtividade e Comportamento
viegas@workshop.com.br

Fonte: www.workshop.com.br


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domingo, 19 de junho de 2011

Como agilizar a venda do seu imóvel.

A compra de um imóvel na maioria das vezes é a realização de um sonho para o cliente e sua família, quando esse cliente vai a procura de um imóveis ele busca algo atenda esses sonhos e quando encontra um imóvel dentro do seu perfil e que esteja bem conservado fica mais fácil para o corretor concretizar a venda.

É muito importante o corretor de imóveis começar sua venda ja na captação do imóvel agindo assim como um verdadeiro consultor. O primeiro passo é orientar o proprietário a investir um pouco para tornar seu imóvel mais atrativo.

Visite o imóvel como e coloque-se no lugar de um possível cliente, preste atenção em pequenos detalhes que possam valorizar o imóvel sem que precise de muito investimento.

Alguns itens que podem desagradar o cliente durante a visita de um imóvel são: rachaduras, vazamentos, pintura antiga e muitas vezes descascando, fiações expostas, e mofo.

É muito importante preparar o imóvel para visita do cliente portanto se possível vá ao imóvel pelo menos 30 minutos antes e abra portas e janelas para arejar o ambiente e verificar se esta tudo em ordem.

Deixe o cliente a vontade para inspecionar o imóvel antes de entrar na parte de negociação, se o cliente começar fazer muitas perguntas sobre preço, forma de pagamento inicie abordando os pontos positivos do imóvel e só após perceber que o cliente já comprou o imóvel e o ultimo detalhe é a parte financeira, ai é chegada a hora de negociar.

Autor: Rony de lima meneses


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sábado, 18 de junho de 2011

Para revitalizar imóveis antigos e gastar menos é necessário racionalizar as reformas.

Brasília, cidade inaugurada em 1960, conta com vários prédios antigos no coração da capital, como a SQS 308, uma das quadras mais antigas do Plano Piloto. Apartamentos mais velhos, em geral, são mais presentes que construções novas. Entretanto, seus sistemas elétricos e hidráulicos obsoletos podem causar transtornos.

Gérson Brasil França, técnico em elétrica e mecânica, é morador do Cruzeiro. No início deste ano, o prédio em que ele mora - construído há 30 anos -passou por uma reforma geral. “Foi decidido em assembleia, pelos condôminos, que seria escolhida uma firma com melhor preço e ela faria as obras gerais, em todos os apartamentos. Pagamos as taxas adicionais cobradas pelo condomínio”, explica. Segundo ele, a obra durou quatro meses e foi muito tranquila e trouxe benefícios. “Antes, lâmpadas e aparelhos domésticos queimavam sempre. O chuveiro e a vela do filtro entupiam direto por causa dos encanamentos de ferro. Eu tinha que trocar meu chuveiro de seis em seis meses”, relembra.

Ainda não é raro encontrar encanamentos de ferro nos apartamentos mais antigos da capital. Interruptores antiquados e em apenas uma única parede dos cômodos também podem ser achados com frequencia. Fazer uma retrospectiva dos motivos que levavam a antigos modelos de instalações é interessante para entender demandas passadas, como analisa o arquiteto e decorador Henrique Bezerra. “As necessidades dos imóveis de Brasília, há 50 anos, eram diferentes das de hoje. O ideal de conforto em um cômodo, no quesito eletricidade, era apenas uma luminária, um rádio e no máximo uma televisão. De alguns anos para cá, o uso das instalações elétricas nos quartos é muito maior: com computador, Internet, impressora, carregadores de laptops, de celulares etc”.

As melhores soluções para esse tipo de desconforto são as reformas. Ou ‘retrofit’, como é conhecida a revitalização interna de imóveis, segundo o arquiteto e dono de construtora Luis Zeferino. O primeiro passo, segundo ele, é a verificação das tubulações hidráulicas. Se elas forem de metal e em processo de deterioração, é necessária a troca para canos de PVC para evitar vazamentos. “Quanto à fiação de força elétrica, deve haver a troca a cada 20 ou 25 anos. O uso de equipamentos que puxam mais energia e de artefatos de ‘luminotécnica’ (efeitos de luz) mais elaborados colabora para o desgaste mais rápido da fiação”, afirma o especialista. Para ele, o custo-benefício da revitalização de imóveis vale a pena. Assim, além de melhorar a segurança do apartamento, as reformas servem para agregar valor aos imóveis. “Na hora de vender, o proprietário sai ganhando”, atesta.

O engenheiro civil e construtor Paulo Muniz acredita que não há paliativos para serem usados quanto à durabilidade de materiais hidráulicos e elétricos. “Você pode até trocar parte de uma tubulação, mas, certamente, ela trará problemas futuros e terá que ser substituída novamente”, afirma. “Vale investir nos melhores materiais, que durarão mais e não causarão dor de cabeça mais à frente”, completa. Entretanto, não é todo mundo que pode pagar caro pelas obras. Elas demandam gastos inevitáveis e crescentes, já que uma reforma acaba se atrelando à outra. “Uma obra exige itens de segurança que estejam dentro de padrões e normas técnicas. É difícil gastar pouco em uma reforma, para isso é preciso racionalizá-la”, indica o arquiteto Henrique Bezerra. “Para racionalizar uma obra, a presença de um especialista é essencial, já que ele irá pensar no melhor encaminhamento e na forma que seja mais econômica ao orçamento do cliente”, afirma o engenheiro.

Para diminuir custos, algumas alternativas são viáveis. “O uso de sancas é indicado para quem não quer quebrar todas as paredes, mas precisa trocar encanamentos. As sancas de gesso cobrem os traços da reforma”, sugere Bezerra. Outra solução é implantar todas as tomadas e interruptores em um mesmo nível. “As tomadas médias, de altura aproximada de 1,05 metro, otimizam o processo da obra por utilizarem um duto só, além de serem mais acessíveis às pessoas”, completa.

Fonte: Lugarcerto

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

"Dicas" Avaliações de imóveis

A aquisição de um imóvel é uma busca que exige disposição e paciência para encontrar a melhor opção de preço e qualidade, especialmente se deseja comprá-lo. Para ter idéia de valor, você pode recorrer a um perito que ponderará sobre os aspectos técnicos e mercadológicos para lhe dar um parecer confiável. Mas, para confirmar se o imóvel é mesmo o que procura, vá pessoalmente verificá-lo.

Para ajudar nesta tarefa, apresentamos alguns aspectos a considerar.

Atente para todos os detalhes, e não despreze os pequenos, pois podem se converter num enorme problema. Então, preveja adversidades.

Observe paredes, pintura, portas, vidros, janelas, telhado, instalações hidráulicas e elétricas, piso, quintal, jardim e tudo o mais que compuser o imóvel.

Nas instalações elétricas veja como a fiação está disposta, a qualidade dos fios e sua conservação. Fiações velhas caminham para curtos-circuitos.

Nas instalações hidráulicas dê atenção a sinais de vazamentos em torneiras, pias e banheiros, e para indícios de infiltrações.

Paredes trincadas alertam para problemas de estrutura e pinturas descascadas podem indicar excesso de umidade.

Faça visitas ao imóvel em horário diurno e noturno. Durante o dia aproveite a claridade para verificar detalhes, e se o imóvel está voltado para o sol, atestando sobre calor, sombra e arejamento, além de perceber se há aproveitamento de luz natural. À noite, é a localização que conta. Se a rua é deserta ou escura, e que pessoas circulam na área.

Vá olhar o imóvel também em dias de chuva, assim você verifica se há goteiras, excesso de umidade no chão e nas paredes, e possibilidade de alagamento da rua e do terreno.

Se o imóvel pretendido fizer parte de condomínio, certifique-se sobre segurança, vaga para veículos, e conheça as últimas deliberações do condomínio, para atualizar-se sobre os assuntos.

Examine se as despesas de condomínio estão em dia, se as taxas estão de acordo com a média local e sua viabilidade em longo prazo para seu orçamento.
Verifique junto à prefeitura débitos pendentes, restrições de uso, irregularidades nos documentos ou na área do imóvel. Tenha certeza que todos os itens atendem às suas necessidades.

Se houver algum detalhe comprometedor no imóvel que deseja comprar, não hesite em procurar outro e analisá-lo minuciosamente. Você evitará decepções e transtornos, e o sonho de obter um imóvel à altura de suas expectativas será realizado em toda sua plenitude.

Autor: Hediene Galindo
Fonte: Rua direta


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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Saiba quais são os imóveis preferidos para locação.

Dos 3.100 imóveis alugados no Estado de São Paulo em março, 53,52% eram casas e 46,48%, apartamentos. Em termos de valores, na capital, a faixa que concentrou a maioria das novas locações foi a dos aluguéis mensais de até R$1.000,00, com 55,40% do total de novos contratos. No interior, os mais locados foram os imóveis com aluguel de até R$600,00, somando 50,23%. Nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco e no litoral, os apartamentos e casas mais alugados concentraram-se na faixa de até R$800,00, com 64,63% e 72,18% dos novos contratos, respectivamente. Os dados são de levantamento realizado pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) em 1.606 imobiliárias do Estado.

O menor aluguel residencial em março foi encontrado em Araraquara, onde casas de 1 dormitório em áreas nobres foram alugadas pelo valor mínimo de R$150,00 mensais e máximo de R$400,00. O aluguel mais caro do Estado foi de R$6.000,00 por casa de 4 dormitórios em bairros da área central de Bauru, ressalvando-se que esse foi o único imóvel do gênero e com esse valor encontrado na cidade. 

Garantia

O fiador foi a forma mais adotada em março como garantia de pagamento dos aluguéis em caso de inadimplência dos inquilinos. Esteve presente em 83,02% do total de novos aluguéis contratados no Interior; em 60,58% no Litoral; em 44,26% na Capital; e em 48,11% na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. 

Menos contratos

O índice estadual de locação teve queda de 10,49% - estava em 2,1565 em fevereiro e baixou para 1,9303 em março. O número de novas locações caiu na Capital (- 6,26%), no Interior (- 18,22%) e no Litoral (- 4,17%). Na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco houve alta de 6,54%.

As imobiliárias receberam de volta 1.698 casas e apartamentos, o equivalente a 54,77% do total de imóveis alugados. 

Fonte: R7


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