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sábado, 18 de junho de 2011

Para revitalizar imóveis antigos e gastar menos é necessário racionalizar as reformas.

Brasília, cidade inaugurada em 1960, conta com vários prédios antigos no coração da capital, como a SQS 308, uma das quadras mais antigas do Plano Piloto. Apartamentos mais velhos, em geral, são mais presentes que construções novas. Entretanto, seus sistemas elétricos e hidráulicos obsoletos podem causar transtornos.

Gérson Brasil França, técnico em elétrica e mecânica, é morador do Cruzeiro. No início deste ano, o prédio em que ele mora - construído há 30 anos -passou por uma reforma geral. “Foi decidido em assembleia, pelos condôminos, que seria escolhida uma firma com melhor preço e ela faria as obras gerais, em todos os apartamentos. Pagamos as taxas adicionais cobradas pelo condomínio”, explica. Segundo ele, a obra durou quatro meses e foi muito tranquila e trouxe benefícios. “Antes, lâmpadas e aparelhos domésticos queimavam sempre. O chuveiro e a vela do filtro entupiam direto por causa dos encanamentos de ferro. Eu tinha que trocar meu chuveiro de seis em seis meses”, relembra.

Ainda não é raro encontrar encanamentos de ferro nos apartamentos mais antigos da capital. Interruptores antiquados e em apenas uma única parede dos cômodos também podem ser achados com frequencia. Fazer uma retrospectiva dos motivos que levavam a antigos modelos de instalações é interessante para entender demandas passadas, como analisa o arquiteto e decorador Henrique Bezerra. “As necessidades dos imóveis de Brasília, há 50 anos, eram diferentes das de hoje. O ideal de conforto em um cômodo, no quesito eletricidade, era apenas uma luminária, um rádio e no máximo uma televisão. De alguns anos para cá, o uso das instalações elétricas nos quartos é muito maior: com computador, Internet, impressora, carregadores de laptops, de celulares etc”.

As melhores soluções para esse tipo de desconforto são as reformas. Ou ‘retrofit’, como é conhecida a revitalização interna de imóveis, segundo o arquiteto e dono de construtora Luis Zeferino. O primeiro passo, segundo ele, é a verificação das tubulações hidráulicas. Se elas forem de metal e em processo de deterioração, é necessária a troca para canos de PVC para evitar vazamentos. “Quanto à fiação de força elétrica, deve haver a troca a cada 20 ou 25 anos. O uso de equipamentos que puxam mais energia e de artefatos de ‘luminotécnica’ (efeitos de luz) mais elaborados colabora para o desgaste mais rápido da fiação”, afirma o especialista. Para ele, o custo-benefício da revitalização de imóveis vale a pena. Assim, além de melhorar a segurança do apartamento, as reformas servem para agregar valor aos imóveis. “Na hora de vender, o proprietário sai ganhando”, atesta.

O engenheiro civil e construtor Paulo Muniz acredita que não há paliativos para serem usados quanto à durabilidade de materiais hidráulicos e elétricos. “Você pode até trocar parte de uma tubulação, mas, certamente, ela trará problemas futuros e terá que ser substituída novamente”, afirma. “Vale investir nos melhores materiais, que durarão mais e não causarão dor de cabeça mais à frente”, completa. Entretanto, não é todo mundo que pode pagar caro pelas obras. Elas demandam gastos inevitáveis e crescentes, já que uma reforma acaba se atrelando à outra. “Uma obra exige itens de segurança que estejam dentro de padrões e normas técnicas. É difícil gastar pouco em uma reforma, para isso é preciso racionalizá-la”, indica o arquiteto Henrique Bezerra. “Para racionalizar uma obra, a presença de um especialista é essencial, já que ele irá pensar no melhor encaminhamento e na forma que seja mais econômica ao orçamento do cliente”, afirma o engenheiro.

Para diminuir custos, algumas alternativas são viáveis. “O uso de sancas é indicado para quem não quer quebrar todas as paredes, mas precisa trocar encanamentos. As sancas de gesso cobrem os traços da reforma”, sugere Bezerra. Outra solução é implantar todas as tomadas e interruptores em um mesmo nível. “As tomadas médias, de altura aproximada de 1,05 metro, otimizam o processo da obra por utilizarem um duto só, além de serem mais acessíveis às pessoas”, completa.

Fonte: Lugarcerto

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domingo, 29 de maio de 2011

Dicas e Vantagens de montar seu escritório em casa.

Trabalhar em casa é uma grande vantagem. Isso não é novidade. Mas o que estes dados comprovam é a economia de custos, retenção de talentos e o aumento de produtividade que a empresa tem quando envia parte da sua força de trabalho para um escritório em casa.

Economia de custos imobiliários: as empresas podem economizar cerca de US$ 2.000,00 por ano para cada empregado que não ocupa os espaços físicos da empresa, ou seja, se sua empresa permite que 100 empregados façam seu trabalho de casa, a economia pode chegar a US$ 200.000,00/ano. Com 25% do seu efetivo trabalhando remotamente (cerca de 320.000 empregados), a IBM teve uma economia de US$ 700 milhões em custos imobiliários. A AT&T já economizou seus 550 milhões de dólares. A Cisco, US$ 277 milhões.

A Sun Microsystems que tem 56% de seus trabalhadores (cerca de 19.000) trabalhando ao menos 1 vez por semana fora do escritório, reduziu em 15% seus custos imobiliários. E concluiu que um empregado que trabalha de casa custa de 30 a 70% menos para a empresa do que os que batem ponto no escritório (dados de 2007-2008).

Novas estratégias de otimizar espaço – como escritórios compartilhados, ou “hotelling” – mostraram receber alguma resistência por parte dos colaboradores. Mas com o teletrabalho, as mudanças foram muito bem aceitas.

10 dicas para montar um Home Office

A tendência se tornou realidade e hoje é cada vez mais comum a casa se transformar em substituto do escritório ou a extensão dele. Com a tecnologia jogando a favor, na tranqüilidade do lar, doce lar, é possível trabalhar diariamente, pesquisar na internet, se dedicar a um hobby ou simplesmente ler e-mails. Seja qual for o seu caso, saiba como organizar um espaço funcional e aconchegante com todo o conforto e livre de improvisos.

1. Enumere suas necessidades
Antes de mais nada, é preciso pensar nas demandas de sua profissão e de seu dia-a-dia. Comece pelo básico e avalie se você vai trabalhar em casa ou utilizar o escritório esporadicamente. E mais: se mora sozinho, se tem filhos pequenos ou se pretende dividir o espa-ço com colegas e assistentes. Con-sidere também a possibilidade de receber clientes e fornecedores em casa. "Essas informações dão subsídio para elaborar um home office adequado ao perfil do morador", diz a arquiteta Denise Soares.

2. Liste os equipamentos

Computador, fax, impressora. De acordo com as tarefas que você irá executar, determine quais acessórios serão imprescindíveis. "Só assim é possível dimensionar o espaço necessário para acomodar tudo com conforto", avisa a arquiteta Lúcia Helena Castro. Em nome do bem-estar, instale uma linha de telefone exclusiva e planeje um ga-veteiro para organizar os papéis. Não se esqueça de uma estante ou de prateleiras para abrigar livros, revistas e material de escritório.

3. Eleja um canto

Falta de espaço não é desculpa. "Em 3 m2 é possível instalar uma bancada mínima (50 cm de profundidade e 90 cm de comprimento), estante, prateleiras e gaveteiro sob medida", diz a arquiteta Denise Soares. Mas, se você trabalha em casa muitas horas por dia, o ideal é ter um ambiente exclusivo, que pode ser uma edícula ou um quarto isolado. Seja qual for a escolha, verifique a parte elétrica, pois você vai precisar de tomadas e pontos para telefone e conexão de banda larga.

4. De olho na postura

Como as mesas nem sempre são ajustáveis, a solução está nas cadeiras com regulagem de assento, encosto e braços. Um mobiliário adequado evita doenças ocupacionais, como a LER. "A altura ideal da bancada varia entre 75 e 80 cm, enquanto mouse e teclado vêm logo abaixo (de 65 a 70 cm de altura)", diz o arquiteto Marcelo Mendonça. Para evitar movimentos repetitivos do pescoço, alinhe o monitor na altura dos o-lhos. O encosto da cadeira deve ter uma altura que atinja a escápula (o osso que forma as duas asas laterais das costas). E mais: a posição correta de sentar forma ângulos de 90º entre tronco e antebraços, tronco e pernas, coxas e parte inferior das pernas e entre tornozelos e pés.

5. Luz na dose certa

Economize energia, contando com uma janela ampla. "Porém evite instalar a bancada do computador contra a abertura, pois o reflexo da luz no monitor é prejudicial", alerta o arquiteto Fernando Forte. Mesmo com uma boa luminosidade, o ambiente deve contar com uma luz artificial geral e homogênea somada a uma iluminação pontual na mesa. O foco deve ser perpendicular, vindo da direita para quem é canhoto e da esquerda para os destros para não fazer sombra sobre o papel.

6. Decoração simples

Fuja dos excessos e restrinja sua mesa ao que é indispensável. Uma opção é instalar um painel magnético acima da bancada para lembretes e recados importantes, evitando papel espalhado pela bancada ou atulhando gavetas. "Se houver espaço, pinte uma das paredes com tinta de lousa", indica Fernando Forte. Para compor o ambiente, adote persianas, que têm lâminas de fácil limpeza, mas podem escurecer o ambiente. Já as cortinas de tecido fluido não comprometem a iluminação, porém exigem lavagens freqüentes.

7. Acabamentos práticos

Escolha materiais de aparência leve e fáceis de limpar, como laminado melamínico no tampo da bancada. "Cores claras nas paredes e nos móveis dão a sensação de conforto visual e não tornam o ambiente cansativo", comenta Marcelo Mendonça. No piso, além da aconchegante madeira, laminados e cerâmicas de alta resistência facilitam a manutenção. "Uma opção econômica é o granilite, que deixa o escritório com uma charmosa atmosfera de estúdio", afirma Fernando Forte.

8. Fiação camuflada
Encomende uma bancada sob medida com fundo falso ou compre em lojas especializadas uma mesa com canaletas que escondam a fiação. "Outra alternativa é providenciar um painel falso cobrindo parte da parede atrás da estação de trabalho", recomenda a arquiteta Paula Neder. Reúna duas ou três to-madas numa só parede para evitar fios por todos os lados e instale-as logo abaixo do tampo da bancada.

9. Móveis na medida

Outrora pesados e sem graça, os móveis de escritório ganharam agilidade e bom desenho. Na hora dacompra, escolha entre as peças próprias para escritório por serem ergonômicas e de fácil manutenção. O arquiteto Marcelo Mendonça recomenda mesas com desenho em C ou L para evitar deslocamentos na cadeira. "Bordas arredondadas não machucam o corpo, e tampos com superfícies opacas evitam que a luz se reflita", acrescenta.

10. Acessórios caprichados

Aliados da organização, eles também podem inserir um toque divertido ao escritório. Em ambientes informais, uma boa pedida é adotar acessórios de plástico ou zinco, que são opções econômicas e resistentes. Outra alternativa é o acrílico, que por ser transparente oferece uma boa visibilidade dos objetos, porém é suscetível a riscos. Já peças de madeira ou encapadas de couro conferem sofisticação. O mesmo vale para as de inox, de preferência com acabamento lixado.
  
Fonte: Casa Abril /Site GoHome 

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Aprenda a fotografar seu imóvel para anúncios de locação e venda

A compra de um imóvel começa pelos olhos. Belas imagens feitas de um apartamento motivam a ligação do cliente e a visita ao local, depois desse passo, o resto é negociação.
Apesar de o conselho parecer óbvio, basta fazer uma busca de unidades para locação ou para venda e encontrar pérolas da fotografia: imagens que mostram desde roupa suja espalhada pela casa a detalhes do vaso sanitário.

A Folha pediu a imobiliárias que listassem os maiores problemas das imagens que recebem de seus anunciantes e dessem dicas de como preparar as fotos para uma propaganda.

Confira a galeria de certos e errados em fotos de imóveis

Bagunça, falta de luz e ângulos que não mostram o cômodo são os erros mais comuns.

Se o imóvel não estiver vazio, a primeira coisa a fazer é tirar objetos pessoais das vistas da câmera e dar uma geral na organização. Com poucos objetos, o destaque fica para o espaço.

Abrir todas as janelas é o segundo passo. "As pessoas gostam de viver em lugares iluminados, uma foto com a janela fechada e pouca luz torna o lugar pouco atraente", afirma Fernando Sita, diretor-geral de vendas da Coelho da Fonseca.

A foto a ser feita de cada cômodo é aquela que melhor mostra o espaço dele como um todo. Tentar focalizar um detalhe pode criar a sensação de que o ambiente é menor do que é.

Espaço é um ponto fundamental. Fotos tiradas a partir de cima melhoram a visão da área. Nessa missão, pode ser necessário reduzir obstáculos e tirar alguns móveis da sala, por exemplo.

QUESTÃO DE GOSTO

Apostar na decoração para as fotos pode ser um ponto a favor ou contra, dependendo do gosto do cliente. Lembre-se que, a não ser que o imóvel seja entregue mobiliado, as peças que ali estão pouco importam.

O número de fotos a serem feitas vai depender dos pontos fortes da unidade, mas é interessante que não ultrapassem dez imagens.

"Tem que fazer foto da sala, da cozinha, do quarto principal. Depois disso, vai depender do que há de interessante no imóvel", indica Marco Villela, fotógrafo especializado no mercado imobiliário há 11 anos.

Se o apartamento tiver uma vista privilegiada, esta será uma cena a destacar.

No caso de apartamentos, também é conveniente produzir fotos nas áreas de lazer: piscina, salão de festa e churrasqueira, por exemplo.

Na hora de montar a galeria, a dica de Elaine Fouto, gerente de marketing da Lello Imóveis é colocar as imagens na sequência de visita. Isto é, primeiro o hall, depois a sala de jantar e assim vai.


Fonte: Folha.com

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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Chuveiro de madeira: toque da natureza no banheiro

Um painel ou piso de madeira na decoração de um banheiro é até comum, mas e um chuveiro feito de madeira maciça? Nada de plástico, cores metalizadas ou branco: o chuveiro de madeira traz todo o charme da natureza para a hora do banho. O projeto de Mihran Rovelli Manoukian mais parece um spa: combinando com o chuveiro inusitado, o piso de ripas de madeira e as paredes de vidro formam um ambiente que descansa só de olhar. A Altero também já desenvolveu o produto, que pode ser encontrado no site da empresa. Para não estragar a madeira, existe um núcleo de aço que passa a água através de tubos de silicone. Um chuveiro desses é para durar por muitos anos...


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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Decoração de ambientes: o detalhe da cerâmica

A criatividade é uma palavra que implica inovação, ousadia e sofisticação. Na decoração de ambientes esta palavra vai além das formalidades. Cada dia o mercado apresenta novos artefatos para inovar e revestir o ambiente. Hoje, contamos com diversos recursos e detalhes que fazem do ambiente um espetáculo de palco dentro de sua casa.

O mundo da cerâmica apresentou grande evolução nos últimos anos. E isto se dá pela diversidade de informações que o ambiente pode promover. A cerâmica está cada vez mais ousada e este ano, diversas empresas de cerâmicas apresentam inovações que vão além das expectativas de qualquer observador.

A escolha do revestimento cerâmico para o ambiente é um fator importantíssimo, pois o revestimento cerâmico, além de promover beleza, protege a estrutura da edificação. E neste caso você deve estar atento para a aplicação deste produto significativo e muitas vezes caro. Para assentar o revestimento cerâmico é preciso de argamassa e rejunte, sempre observando as recomendações na embalagem se estão de acordo com as normas técnicas brasileiras.

Outro fator importante é estar consciente sobre o tipo de revestimento que deve ser usado no ambiente. Alguns critérios devem ser considerados, como: o fluxo de pessoas que acessam o local; que tipo de móveis será colocado em cima; o tipo de ambiente – cozinha, banheiro e garagem exigem revestimentos antiderrapante – e é claro como deve ser escolhido o revestimento para o ambiente ideal.

Cerâmicas e Decoração de Ambientes 
Hoje as empresas cerâmicas estão cada vez mais inovando com as estampas e formas das cerâmicas. E isto também ajuda na decoração final do ambiente., pois já foi o tempo de aplicar o piso branco no chão do banheiro e azulejos na parede de uma única cor. Pode-se ousar com diferentes formas de aplicação. Como a mistura de cores, desenhos e formas que o ambiente promove, sem causar poluição visual e desconforto ao longo do uso. Se houver dúvida na hora de projetar seu ambiente, busque um profissional para executar o projeto, assim você economizará tempo e evita erros na hora da compra.

Podemos encontrar cerâmicas com características rústicas que são excelentes produtos para decoração de interiores, como quartos e salas. Para casas que usam o estilo Clean, revestimentos em cores únicas como brancos, beges, pretos e marrons são opões válidas, mas cuidado com os revestimentos de piso branco, pois esse produto exige manutenção constante. A cor branca destaca fortemente a sujeira e para alguns ambientes, como a cozinha por exemplo, não são recomendados. Os banheiros são a parte da casa que pode se inovar a todo instante, se o cliente optar pelo branco poderá realizar combinações com outros revestimentos como azulejos coloridos ou com estampas, apenas aplicados em uma determinada área da parede ou, até mesmo, usar tintas texturizadas para dar aquele toque final.

A cerâmica faz parte do ambiente, então na hora da compra faça com sabedoria e não se esqueça dos detalhes básicos como adquirir produtos com qualidade e garantia do fabricante. Lembre-se: a decoração do ambiente deve ser a sua cara e ela ficará por um longo tempo na sua casa.

Fernanda Ramos Melo
Designer Gráfico e de Interiores

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sábado, 19 de fevereiro de 2011

10 dicas para montar um Home Office

A tendência se tornou realidade e hoje é cada vez mais comum a casa se transformar em substituto do escritório ou a extensão dele. Com a tecnologia jogando a favor, na tranqüilidade do lar, doce lar, é possível trabalhar diariamente, pesquisar na internet, se dedicar a um hobby ou simplesmente ler e-mails. Seja qual for o seu caso, saiba como organizar um espaço funcional e aconchegante com todo o conforto e livre de improvisos.

1. Enumere suas necessidades
Antes de mais nada, é preciso pensar nas demandas de sua profissão e de seu dia-a-dia. Comece pelo básico e avalie se você vai trabalhar em casa ou utilizar o escritório esporadicamente. E mais: se mora sozinho, se tem filhos pequenos ou se pretende dividir o espa-ço com colegas e assistentes. Con-sidere também a possibilidade de receber clientes e fornecedores em casa. "Essas informações dão subsídio para elaborar um home office adequado ao perfil do morador", diz a arquiteta Denise Soares.

2. Liste os equipamentos
Computador, fax, impressora. De acordo com as tarefas que você irá executar, determine quais acessórios serão imprescindíveis. "Só assim é possível dimensionar o espaço necessário para acomodar tudo com conforto", avisa a arquiteta Lúcia Helena Castro. Em nome do bem-estar, instale uma linha de telefone exclusiva e planeje um ga-veteiro para organizar os papéis. Não se esqueça de uma estante ou de prateleiras para abrigar livros, revistas e material de escritório.

3. Eleja um canto
Falta de espaço não é desculpa. "Em 3 m2 é possível instalar uma bancada mínima (50 cm de profundidade e 90 cm de comprimento), estante, prateleiras e gaveteiro sob medida", diz a arquiteta Denise Soares. Mas, se você trabalha em casa muitas horas por dia, o ideal é ter um ambiente exclusivo, que pode ser uma edícula ou um quarto isolado. Seja qual for a escolha, verifique a parte elétrica, pois você vai precisar de tomadas e pontos para telefone e conexão de banda larga.

4. De olho na postura
<b>Postura ideal</b><br>Como as mesas nem sempre são ajustáveis, a solução está nas cadeiras com regulagem de assento, encosto e braços. Um mobiliário adequado evita doenças ocupacionais, como a LER. "A altura ideal da bancada varia entre 75 e 80 cm, enquanto mouse e teclado vêm logo abaixo (de 65 a
70 cm de altura)", diz o arquiteto Marcelo Mendonça. Para evitar movimentos repetitivos do pescoço, alinhe o monitor na altura dos o-lhos. O encosto da cadeira deve ter uma altura que atinja a escápula (o osso que forma as duas asas laterais das costas). E mais: a posição correta de sentar forma ângulos de 90º entre tronco e antebraços, tronco e pernas, coxas e parte inferior das pernas e entre tornozelos e pés.

5. Luz na dose certa
Economize energia, contando com uma janela ampla. "Porém evite instalar a bancada do computador contra a abertura, pois o reflexo da luz no monitor é prejudicial", alerta o arquiteto Fernando Forte. Mesmo com uma boa luminosidade, o ambiente deve contar com uma luz artificial geral e homogênea somada a uma iluminação pontual na mesa. O foco deve ser perpendicular, vindo da direita para quem é canhoto e da esquerda para os destros para não fazer sombra sobre o papel.

6. Decoração simples
Fuja dos excessos e restrinja sua mesa ao que é indispensável. Uma opção é instalar um painel magnético acima da bancada para lembretes e recados importantes, evitando papel espalhado pela bancada ou atulhando gavetas. "Se houver espaço, pinte uma das paredes com tinta de lousa", indica Fernando Forte. Para compor o ambiente, adote persianas, que têm lâminas de fácil limpeza, mas podem escurecer o ambiente. Já as cortinas de tecido fluido não comprometem a iluminação, porém exigem lavagens freqüentes.

7. Acabamentos práticos
Escolha materiais de aparência leve e fáceis de limpar, como laminado melamínico no tampo da bancada. "Cores claras nas paredes e nos móveis dão a sensação de conforto visual e não tornam o ambiente cansativo", comenta Marcelo Mendonça. No piso, além da aconchegante madeira, laminados e cerâmicas de alta resistência facilitam a manutenção. "Uma opção econômica é o granilite, que deixa o escritório com uma charmosa atmosfera de estúdio", afirma Fernando Forte.

8. Fiação camuflada
Encomende uma bancada sob medida com fundo falso ou compre em lojas especializadas uma mesa com canaletas que escondam a fiação. "Outra alternativa é providenciar um painel falso cobrindo parte da parede atrás da estação de trabalho", recomenda a arquiteta Paula Neder. Reúna duas ou três to-madas numa só parede para evitar fios por todos os lados e instale-as logo abaixo do tampo da bancada.

9. Móveis na medida
Outrora pesados e sem graça, os móveis de escritório ganharam agilidade e bom desenho. Na hora dacompra, escolha entre as peças próprias para escritório por serem ergonômicas e de fácil manutenção. O arquiteto Marcelo Mendonça recomenda mesas com desenho em C ou L para evitar deslocamentos na cadeira. "Bordas arredondadas não machucam o corpo, e tampos com superfícies opacas evitam que a luz se reflita", acrescenta.

10. Acessórios caprichados
Aliados da organização, eles também podem inserir um toque divertido ao escritório. Em ambientes informais, uma boa pedida é adotar acessórios de plástico ou zinco, que são opções econômicas e resistentes. Outra alternativa é o acrílico, que por ser transparente oferece uma boa visibilidade dos objetos, porém é suscetível a riscos. Já peças de madeira ou encapadas de couro conferem sofisticação. O mesmo vale para as de inox, de preferência com acabamento lixado.
  
Fonte: Casa Abril

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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Técnicas de Feng Shui, para dar leveza ao seu ambiente.

Quem entra na casa da consultora de Feng shui Terê Hilsenbeck, sente logo a energia gostosa dos ambientes. A sala, a cozinha e o escritório conjugados só fazem reforçar o bom astral. Confira como essa união entre dependências ajudou a melhorar a vibração do lar, e saiba como trazer mais leveza para a sua residência.


O espaço, sem divisórias, esbanja luz, amplitude e funcionalidade. Tudo isso aliado a conforto e movimento. Terê, que é adepta de duas escolas de Feng Shui, conseguiu reuni-las de forma harmoniosa e consciente. A antiga parede que dividia a sala de jantar e a de estar foi derrubada, dando lugar a um espaço muito mais acolhedor. A cozinha aberta para refeições rápidas foi remodelada, e a parede em frente ao fogão recebeu um espelho, de forma que a pessoa que está cozinhando possa acompanhar quem entra e sai.

A sala, situada no guá dos Amigos e das Viagens (Escola da Forma), convive com a lareira, que foi neutralizada pela cor branca, ativando o elemento Metal associado a este setor. As cores são um ponto forte da decoração, e foram escolhidas para ativar as energias. Representando estabilidade, a parede do cômodo recebeu o amarelo-vibrante, já que, segundo a Escola da Bússola, o tom está ligado ao elemento Terra. O escritório, por sua vez, ganhou um tom verde-vivo, representando a madeira. Dessa forma, Terê conseguiu reunir elementos harmoniosos que colaboram não só com o fluxo energético do apartamento, como também criam um ambiente receptivo e aconchegante.
“O coração da minha casa é a sala. As melhores energias vêm daqui. É nela que recarrego minhas forças. Assim, nada está decorado por acaso, e tudo é voltado para que a energia flua continuamente. Essa vibração é tão forte que, se tenho algo mal-resolvido, volto ao lar e acabo por achar uma solução.” Terê Hilsenbeck, decoradora e consultora de Feng shui
Elementos para atrair um bom fluxo de energia

1 ♦ ÁGUA: Carreira/ Trabalho – água, fonte, vidros, espelhos.

2 ♦ TERRA: Relacionamento/ Amor – quartzo rosa, flores aos pares, foto com companheiro, recordações de amor, presentes, vaso quadrado.

3 ♦ MADEIRA: Família/ Saúde – plantas saudáveis, flores frescas, bambu, fotos da família, cristais brancos.

4 ♦ MADEIRA: Prosperidade – cristais, citrino, pirita, ametista, sinos de vento.

5 ♦ METAL: Amigos/ Viagem – flores brancas, fotos de viagem, fotos pessoais que tragam boas recordações, telefone, altar, objetos de metal, aço ou ferro, pedras e cristais, estofados brancos, almofadas redondas, sinos de vento de metal.

6 ♦ METAL: Criatividade/ Filhos – objetos de metal prateado, quadros coloridos e criativos.

7 ♦ TERRA: Espiritualidade – tudo que traga paz, plantas, livros, fotos de lugares calmos, material de estudo, altar, estátuas.

8 ♦ FOGO: Sucesso/ Fama – espelhos, incenso e projeto de iluminação ativam esse setor.

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Cores, formatos, materiais e estilos diferenciados transformam as escadas em verdadeiras peças de design. Aproveite, também, e crie uma nova função para elas!
A melhor forma de decidir que tipo de escada é a mais adequada para determinada obra é reunir o máximo de informações possíveis. As dúvidas de quem está construindo são quase sempre as mesmas: quantos patamares? Qual a medida ideal de cada degrau para que a pisada fique confortável? Qual o melhor e mais bonito tipo de corrimão? Qual o modelo mais barato?


O projeto de uma escada é sempre feito em função do tipo do imóvel e da sua utilização. Assim, uma escada em uma escola infantil deve ter características diferentes das de uma escada em uma casa de praia, por exemplo. Em um local público, como um restaurante, não se deve adotar os mesmos critérios de dimensionamento para a escada principal utilizada pelos clientes e para a escada de serviço que acessa um depósito. Dessa forma, é responsabilidade do autor do projeto especificar itens como: largura, inclinação, dimensões dos degraus, posicionamento no ambiente, tipo e material dos corrimãos, entre outros, levando em conta, sempre, o usuário final da escada.

Os projetos dependem de inúmeras variáveis, dentre elas o tipo de escada, os materiais utilizados, o tamanho, o local da instalação e o acabamento entre outras coisas. Mas, segundo a empresa Só Escadas, de São Paulo, é possível construir escadas a partir de R$ 3 mil.

As principais estruturas são as de aço, madeira, ferro e concreto. Sendo que a de aço inoxidável é a mais cara e a de concreto, a mais barata. Existem também algumas que são uma mistura de vidro, granito, mármore, madeira e borracha.

Os degraus podem ser revestidos com mármore, granito, madeira, vidro etc. A escada pode ser pintada com látex, tinta acrílica, resina acrílica para concreto e outras tintas, de acordo com o ambiente onde estiver instalada.

Uma faixa de ergonomia possível e recomendável é altura de um degrau para o outro de 17 a 19 cm (espelho da escada). A largura acima de 80 cm é considerada bem confortável. E a largura da pisada indicada é a partir de 25 cm.

Diferentes formas que a escada pode ter

Retas em "L" ou em "U": Escadas retas, quando divididas em trechos, podem assumir outras formas. Na linguagem coloquial de construtores são chamadas escadas em "L" ou em "U".


Reprodução - Modelos: Retas

Essa denominação se refere ao formato que a escada tem quando vista em planta (de cima para baixo). Assim, uma escada em "L", nada mais é do que uma escada reta que interrompe sua subida com um patamar ou degraus em leque e reinicia em outro sentido formando a letra "L". O mesmo se aplica para escadas em "U". O formato mais comum de escada em "U" tem um trecho reto de seis ou sete degraus, um patamar com o dobro da largura da escada e um novo trecho igual no sentido contrário ao primeiro.

Circulares: É o formato mais suntuoso e impactante. Suas linhas e curvas, quando bem desenhadas, a transformam em uma escultura flutuante. Fica ainda mais interessante quando se pode observá-la à distância e enxergar todo o conjunto. Em função dessas características, ela é invariavelmente especificada para locais amplos e com grande visibilidade, como lobby de hotéis, recepções de empresas e residências de alto padrão, entre outros.

Caracol: As escadas caracol tiveram seu uso muito difundido em função da economia de espaço que proporcionam. A falta de critério em alguns projetos e a economia de espaço sem limites, levaram a exageros. Muitas escadas sem dimensões mínimas para o usuário se movimentar foram fabricadas. Para algumas pessoas, a imagem de insegurança e desconforto está relacionada ao tipo da escada, mas, na verdade, qualquer escada pode ficar perigosa e desconfortável quando o projeto não é bom.
Reprodução - Modelos: Caracol




O diâmetro mínimo de uma escada caracol é de 1,20 m e requer um vão (recorte na laje para instalação da escada) quadrado ou redondo de 1,30 m. Esse diâmetro de escada normalmente é instalado em um local de acesso esporádico, por onde não existe a necessidade de transportar volumes. Com mais espaço disponível e a necessidade de ter um acesso melhor ao pavimento superior, o diâmetro do caracol pode e deve ser aumentado.


O vão necessário para instalação de uma escada caracol pode ser circular ou quadrado. A escada será sempre cerca de 10 centímetros menor que o espaço recortado na laje. Assim, um imóvel que tenha um vão de 150 x 150 cm receberá uma escada de diâmetro externo de 140 cm. Essa diferença é necessária para criar um espaço para passagem de mão quando o corrimão tangencia as paredes inferiores ou a espessura da laje.

Semicaracol: Trata-se da união de uma escada reta com uma escada caracol. O objetivo é associar as características positivas dos dois formatos. Normalmente o trecho em caracol está na parte inferior da escada e o trecho reto está na parte superior. Existe também a possibilidade de fazer um trecho em caracol intermediário, iniciando-se a escada com um trecho reto, fazendo-se uma curva de 180 graus com seis ou sete degraus em caracol e finalizando-se com um trecho reto na parte superior. A escada semicaracol é particularmente interessante em reformas. Com ela, é possível substituir uma escada convencional em alvenaria em "L" ou "U" sem alterar o formato do vão recortado na laje. A escada semicaracol ocupará menos espaço que sua antecessora, trará mais leveza e design ao ambiente e não implicará em reformas estruturais no imóvel.
Reprodução - Modelos: Semicaracol




Santos Dumont: A escada tipo Santos Dumont é basicamente uma escada reta de inclinação acentuada. Para melhorar a ergonomia do usuário, os degraus são recortados ora à direita, ora à esquerda. Assim, apesar da inclinação, o movimento para acessar o degrau subsequente é facilitado pela reentrância do degrau anterior. Esse tipo de escada é particularmente útil em locais onde o trânsito de pessoas é pequeno ou, ainda, onde o espaço é muito restrito. Como o objetivo primeiro desse modelo é economizar espaço, a escada tipo Santos Dumont é geralmente concebida estreita, com largura não superior a 75 centímetros. Larguras entre 60 e 70 centímetros são mais comuns.
Reprodução - Modelos: Santos Dumond


Veja outros modelos modernos de escadas, para sua obra específica:


  

  

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Confira outra matéria sobre escadas.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

A beleza dos móveis antigos

A antigüidade é realmente uma arte, onde podemos ver paixão e satisfação em cada peça observada. 

Ao vermos um móvel antigo, observamos os detalhes de seus traços e imaginamos de que forma, em uma época em que existiam grandes dificuldades técnicas, como a ausência da energia elétrica e a disponibilidade apenas de equipamentos manuais, hoje considerados  rudimentares, puderam sair verdadeiras obras de artes e estarem presentes em nossa vida e em nosso meio até hoje.

Com a tecnologia dos novos tempos, foram deixados de lado a grande valorização dos detalhes mostrados nos móveis antigos. O pouco tempo que a maioria dos artistas teem para criar e executar seu trabalho faz com que os detalhes tendam a ser deixados de lado.

 A dedicação foi suplantada pela produção em série. Olhando para trás podemos observar que  o tempo realmente faz a diferença. Mesmo com meios primários de produção havia uma dedicação maior do artista a sua obra e este podia buscar a superação e os materiais adequados para cada tipo de móvel e para formar a beleza de cada um.



Veja abaixo alguns modelos:



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Fonte: Blog - Tudo sobre Imóveis

Um apartamento que conversa com o dono.

Um apartamento que "conversa" com o morador acaba de ser lançado em São Paulo. Todo informatizado, o iApartment, conceito desenvolvido pela construtora Engetécnica em parceria com a Elite Brasil e a Transit Telecom, tem fechaduras acionadas pela impressão digital, comandos por voz de janelas, cortinas e eletrodomésticos e ainda um sistema de som capaz de ler as notícias do jornal na ordem escolhida pelo morador. Os comandos também podem ser controlados por um iPad, fornecido na compra do imóvel.

O primeiro prédio com o novo conceito foi lançado no bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, com apartamentos de 40 m2 e 60 m2. O menor terá preços a partir de 344 000 reais e o maior, a partir de 516 000 reais. As vendas começam no dia 5 de fevereiro. (Jacqueline Manfrin)

Fonte: Clip Imobiliário

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Saiba o que é preciso para ser dono de um gramado tão belo quanto o do Maracanã

Cuidar de um gramado é muito mais fácil e infinitamente mais prazeroso do que você imagina!

Talvez não haja nenhum povo no mundo que goste mais de gramados do que o brasileiro. Afinal, sobre as quatro linhas dos gramados do mundo, o futebol brasileiro encanta a todos por onde passa.


Especulações à parte, cuidar bem do gramado, seja para uma peladinha de fim de semana ou simplesmente para as crianças ficarem à vontade, é muito mais fácil do que se imagina.

É bem verdade que cuidar de um gramado vai exigir um certo pendor à jardinagem. Mas, garantem os iniciados, é uma ótima técnica de administração do estresse.

Os primeiros pontos a serem observados por quem vai cuidar da manutenção de um gramado devem ser os seguintes:

Plantio, Nivelamento do terreno, Adubação correta, Irrigação e Podas regulares

Cobertura Uniforme
Antes de iniciar o plantio, retire pedras, pedregulhos e outros detritos. Cavoucar a terra, livrando-a de pragas, garante uma cobertura uniforme ao gramado. Feito isto, o próximo passo é começar o nivelamento do terreno. As placas ou tapetes devem ser plantados abaixo do nível da calçada para impossibilitar desníveis.

Molhando sem encharcarMuitas pessoas pensam que quanto mais irrigado estiver o gramado, mais nutrido estará. Engano. O excesso de água afeta a saúde da grama, que é uma planta como outra qualquer, como também facilita a instalação e propagação de doenças. O clima é que vai determinar a freqüência da rega. No verão brasileiro, o ideal é que ela ocorra em intervalos mínimos de 15 dias. No inverno, como a grama retém mais a umidade, o espaço de tempo entre uma rega e outra pode aumentar para 60 dias. 

Adubação orgânica é sempre melhor Depois que a grama fixou suas raízes na terra, é muito mais difícil e muito menos eficaz a adubação. Por isso, durante o plantio é bom não esquecer da adubação. A melhor adubação, aquela que fornece a maior quantidade de nutrientes ao solo, é a orgânica, cuja composição é feita de esterco, restos de plantas e húmus de minhoca. Segundo os especialistas, o ideal é aplicar 2 kg de húmus por metro quadrado. 
O adubo químico pode ser utilizado, mas ao o fazer, use-o em pequena quantidade e com muita irrigação. E o mais importante: apenas no início da primavera. 

Poda: o penteado do seu gramadoAssim como precisa ser molhado com maior freqüência, durante o verão, o intervalo entre as podas do gramado tende a ser menor. O ideal, segundo os paisagistas, é não deixar a grama ultrapassar 2 cm de altura, mas a poda deve considerar as necessidades de cada espécie de grama. A batatais, por exemplo, pode ser podada quando ultrapassa 5 cm. A japonesa já permite a poda aos 2 cm. O mesmo acontece a bermudas. Diferente da esmeralda, uma das mais apreciadas, que só deve ser podada quando ultrapassa 3 cm de altura.

Conheça as diferentes espécies de grama

Inglesa (Stenotophrum secundatum):Bastante ornamental, a grama inglesa, mais conhecida no Brasil como Santo Agostinho, é apropriada para terrenos próximos ao litoral, pois a planta é extremamente resistente à maresia, embora seja frágil ao pisoteio e às pragas.

São Carlos (Axonopus compressus): Gosta de umidade e frio. Em épocas de estiagem, exige regas freqüentes.

Bermudas (Cynodum dactylum): rústica, a planta é muito utilizada em chácaras, sítios e campos de futebol, devido à sua resistência. Suas folhas estreitas são fortes e permitem pisoteio.

Batatais (Paspalum notatum): Além da tolerância excepcional à áreas mal iluminadas, é extremamente resistente. Suporta secas, pisoteios, pragas e doenças sem traumas ou seqüelas. 

Japonesa (Zoysia tenuifolia):belíssima, sua característica são as de folhas macias, finas e compactas. Seu crescimento é lento, dispensando podas freqüentes.

Fonte: Blog - Tudo sobre Imóveis


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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

IBM antecipa o futuro e oferece hoje a casa de amanhã

Há 11 anos o então técnico em eletrônica brasileiro Victor Goldstein voltava dos Kibutzim Israelenses e ingressava na IBM Brasil. A internet era domínio de iniciados, quase monopólio do meio acadêmico. A casa do futuro povoava apenas a imaginação de roteiristas e as pranchetas de projetistas visionários.

De lá pra cá, Goldstein graduou-se em administração de empresas pela Universidade Santa Úrsula e concluiu uma pós em marketing pela ESPM. Hoje é gerente de marketing e vendas das soluções IBM Smart Community e integrante do time que vem produzindo mudanças tecnológicas. A primeira de uma série foi a criação do conceito da divisão que gerencia. Sem dispensar as conquistas da  automação predial, cuja ênfase é o controle das luzes, bombas e detectores de incêndio em áreas comuns, agregou o controle das áreas privativas via linguagem IP.

A humanidade assiste ao veloz abreviar da distância entre os sonhos e a realidade, proporcionado pela popularização da Internet. A casa do futuro virou a casa do presente. Goldstein afirma que 'a proposta do Home Technology é promover infinitas possibilidades de interação entre proprietários e imóveis via internet'.

Para ilustrar o que chama de 'interações', o gerente da IBM recorre ao singelo exemplo de uma pessoa cuja residência já possui o Home Net Center (espécie de cérebro eletrônico que promove a integração via Internet do usuário com o imóvel e seus eletrodomésticos a partir de um computador, uma rede de cabos estruturados, hubs e modens) e desconfia que esqueceu a cafeteira elétrica ligada.

' O primeiro passo para esta pessoa é acessar a página de sua casa e fornecer sua senha, através de um browser. Aprovada a senha, ele procura na tela de controles os eletrodomésticos. Se a cafeteira realmente estiver ligada, ele pode facilmente desligá-la. Se quiser, pode ainda acessar alarmes, luzes e vários outros controles.', explica.

Segundo Goldstein, as possibilidades estão longe de acabar por aqui. O proprietário poderia, por exemplo, instalar várias câmeras em sua residência e acompanhar pela internet o que  acontece por lá. Ou ainda programar o olho mágico para enviar um e-mail com imagens sempre que alguém tocar a campainha.

Muito mais do que estar a serviço da monitoração, o Home Technology da IBM pode responder a comandos pré-programados para apagar luzes, ligar alarmes, acionar câmeras ou simplesmente esquentar a água de uma banheira. Pode ainda distribuir todos os sinais eletrônicos que entram e saem das residências modernas assim como internet, TV a cabo, satélites e telefonia.

'O Home Technology é antes de mais nada uma eficaz ferramenta para que nós tenhamos mais tempo para nos dedicarmos às coisas boas da vida', destaca..

Além do Condomínio Bauhaus, na Granja Brasil, em Itaipava, que já possui algumas unidades com o Home Technology, a IBM prevê uma série de novos lançamentos ainda para este semestre

'No momento, estamos oferecendo o Home Technology apenas para empreendedores. Dessa forma, asseguramos que as adaptações necessárias para suportar a tecnologia sejam feitas ainda na planta', conclui.


Fonte: Blog - Tudo sobre Imóveis

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