Construtoras e incorporadoras mantêm altas as expectativas de construção de prédios comerciais para 2011, e a ação deve ser reforçada neste segundo semestre. No segmento de luxo, a consultoria internacional Jones Lang LaSalle afirmou que este ano já foram investidos R$ 4,6 bilhões no Brasil, ou seja, uma alta de 77% ante 2010. A retomada do segmento comercial vem logo depois da euforia da construção focada na classe econômica, com o programa "Minha Casa, Minha Vida", e dos investimentos federais centrados em obras de infraestrutura, mesmo com o sinal amarelo ligado quanto a uma possível desaceleração brasileira no setor de construção civil.
De acordo com Viviane Guirão, diretora da consultoria ITC Net, no ano passado os interesses das grandes construtoras estavam em outro segmento. "Mas isso já está mudando, as grandes empresas já fizeram suas aplicações nos outros setores, e a carência no setor comercial já começa a aparecer." E é o que vem acontecendo no Rio de Janeiro: de acordo com a Secretaria Municipal de Urbanismo os empreendimentos comerciais estão ganhando mais destaque este ano. O balanço da secretaria apontou aumento na concessão de licenças para a construção de imóveis comerciais cresceu 6.000% este ano.
De olho nesse segmento, a Even investe pela primeira vez no Rio e lança, nos próximos meses, três empreendimentos comerciais em bairros como Campo Grande, Jacarepaguá e Barra da Tijuca. A aposta da construtora está na construção do modelo "comerciais de bairro", com salas menores e capazes de atender aos novos moradores. O primeiro lançamento será em Campo Grande, que recebeu muitas unidades residenciais nos últimos anos e sente falta de serviços. "Teremos um ano com comerciais de bairro. É o caso de Campo Grande e Jacarepaguá. Já na Barra, o foco são grandes empresas, que estão migrando para a zona oeste. A Even aposta cada vez mais na cidade do Rio " diz Claudio Hermolin, diretor da construtora. A Fernandes Araújo e o Grupo Avanço e Aliados, além da Efer, também planejam lançar empreendimentos comerciais em Jacarepaguá este ano. Em São Paulo, o foco dos empreendimentos também é para atender a classe A, mas a mistura de construções residenciais e comerciais também se faz presente. Com valor geral de vendas (VGV) de R$ 250 milhões, o empreendimento de alto padrão "F.L, Faria Lima 4.300", uma parceria das incorporadoras Stan, SDI e Bramex, vendeu todas as 176 salas comerciais e 147 unidades residenciais durante o pré-lançamento.
Localizado na zona sul, na Avenida Faria Lima, um dos principais centros comerciais da capital paulista, a falta de terrenos para aquisição e a concentração de agentes financeiros, para Guirão, é o que mais motiva as vendas. "Quando há oferta, com certeza há demanda. O problema, em São Paulo, tem sido a falta de localização adequada para esses prédios." De acordo com a especialista, são os terrenos em locais como a Faria Lima que fazem a taxa de vacância na cidade São Paulo tão baixa. "Entre os imóveis de alto padrão essa taxa é de 0,4%, o que torna sua localização ainda mais valorizada", esclareceu.
Também de olho no mercado de luxo comercial, a incorporadora Bueno Netto começou este mês a construção da Berrini One, que conta com um valor geral de vendas de R$ 500 milhões e previsão de entrega em dezembro de 2013. De acordo com números da ITC Net, o Brasil registrou nos três primeiros meses deste ano uma queda de 37% de investimentos ante ao mesmo período de 2010. Durante o primeiro trimestre o Brasil registrou investimentos de US$ 23, 6 bilhões em construções comerciais, enquanto o valor aplicado em 2010 somaram US$ 37,5 bilhões. "Não podemos dizer que essa queda de 37% signifique perdas na construção civil, porque os aportes apenas mudaram de foco, e foram mais para o setor industrial e residencial ", afirmou Guirão.
No mundo
O Brasil não é o único que vem correndo atrás de crescimento no setor comercial. As transações imobiliárias no mundo quase dobraram no primeiro semestre, voltando aos níveis pré-crise.
Os investimentos imobiliários comerciais globais totalizaram US$ 132 bilhões nos primeiros seis meses deste ano, ante US$ 76 bilhões em igual período do ano passado, ainda segundo a Jones Lang LaSalle.
Os negócios realizados fora do país do investidor atingiram US$ 56,8 bilhões, alta de 141%. "O crescimento reflete a diminuição do medo dos investidores", diz André Rosa, diretor da Jones Lang LaSalle. A consultoria estima que o volume global no fim deste ano deva ficar entre US$ 275 bilhões e US$ 300 bilhões, bem acima do resultado registrado no ano passado, de US$ 209 bilhões.
288imóveis comerciais
Presente em 20 países, o grupo internacional AOS Studley, com sede na Europa e nos Estados Unidos, também abriu sua unidade no Brasil, para integrar a rede internacional do grupo especializado em consultoria imobiliária corporativa. Para vir ao Brasil, a empresa se associou à Base Real Estate. Como resultado da operação de participação no capital da empresa, a Base passa a adotar o nome AOS Studley Brasil.
Em 2010, a AOS Studley faturou 100 milhões de euros, e seu objetivo no Brasil é encontrar clientes em setores como bens de produção e de consumo, mercado financeiro, tecnologia, publicidade, farmacologia, logística.
Na opinião da sócia e diretora de Negócios Rosangela Dower, essa união permitirá também melhor atendimento a clientes internacionais dispostos a abrir unidades no Brasil. "Acabamos definitivamente com as nossas fronteiras. Estamos aptos a atender companhias interessadas em se instalar no Brasil", diz.
Fonte: DCI
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sábado, 9 de julho de 2011
Segmento comercial começa a voltar ao radar da construção civil.
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
Adquirir terreno e construir casa pode sair 50% mais em conta do que comprar uma.
Como diz o ditado, quem casa, que casa. Mas a jornalista Érica Soares, de 28 anos, não queria um apartamento ou uma moradia como as tantas que existem à venda. Queria construir um cantinho do seu jeito. Comprou um terreno financiado, em São Gonçalo, por R$ 33 mil. Vendeu um apartamento para conseguir a verba para a construção. Após um ano e três meses de obra, estava erguido o lar exatamente como havia projetado.
“Na época, procuramos casas, mas nada valia a pena. Eram pequenas e caras, não cabiam no orçamento. Por isso decidi construir. Parei de contar os gastos na construção da minha casa, mas hoje ela vale uns R$ 500 mil. Saí na vantagem”, acredita Érica.Embora tenha parado de calcular o investimento ao longo do tempo, a jornalista acertou. O engenheiro civil do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) Antônio Eulálio Pedrosa diz que, ao adquirir um terreno e construir a moradia, em vez de comprar uma pronta, o proprietário economiza até 50%.“A estimativa é de R$ 3 mil por metro quadrado construído. Se for comparar com uma pronta, sai pela metade do preço”, diz ele.O conselheiro do Crea-RJ alerta, porém, para os cuidados com a construção:“É preciso contratar um profissional para fazer a sondagem do solo e o projeto. Isso não é um gasto. Significa uma economia de 30% no custo da obra, porque um leigo gasta materal demais.”Financiamento de lote em até 72 vezes - Desde que se casou, a assistente administrativo Maria Venâncio, de 63 anos, orgulha-se de nunca ter pago aluguel, graças à compra de um terreno adquirido em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, na década de 70. Hoje, a moradia que começou com os cômodos básicos para uma família morar, se transformou num casarão.“Comprar o terreno trouxe muitas vantagens. Fui construindo aos poucos, quando tinha dinheiro. Hoje, a casa tem cinco quartos, com duas suítes, quatro banheiros, sala, cozinha e um terraço. Demorei uns 30 anos até deixá-la do jeito que eu queria, mas não teria dinheiro para comprar uma casa como a minha’, afirma Maria.Após três anos de namoro, a funcionária pública Isabela Braga, de 25 anos, e o namorado Carlos Souza, de 27, estão planejando se casar. Antes de escolherem a data, compraram um terreno em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, para erguer uma casa. A construção, iniciada em março, está a todo vapor.“Podemos fazer do nosso #bolso. Sem falar que depois vamos economizar com condomínio, que estão caros demais”, afirma Isabela.A partir de R$ 35 mil - O casal escolheu um bairro em constante crescimento. Apesar do boom de empreendimentos, Campo Grande é uma região que ainda tem muitos terrenos à venda. Somente a Fernandes Araujo comercializa cem lotes por lá, a partir de R$ 35 mil. Os terrenos podem ser financiados por famílias que tenham renda de R$ 2.700 por mês. Com o pagamento de uma entrada de R$ 7 mil, a empresa financia o restantes em 72 prestações de R$ 538,52, corrigidas pelo IGP-M.
Fonte: Jornal Extra
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domingo, 26 de junho de 2011
Pequenas reformas em imóveis usados podem dobrar valor da locação.
Para aumentar o rendimento com a locação, é fundamental manter o imóvel com cara de casa nova para o futuro inquilino.
Parede trincada, com infiltração ou suja e piso gasto ou com peças quebradas não causam apenas má impressão no candidato a inquilino.
O valor do aluguel de um imóvel em más condições cai de 30% a 50%, estima João Rodrigues de Araújo, diretor de base do Sintracon (sindicato dos trabalhadores da construção).
Para aumentar o rendimento com a locação, é fundamental manter o imóvel com cara de casa nova para o futuro inquilino. Em contrapartida, o locatário terá a obrigação legal de devolvê-lo no mesmo estado.
A arquiteta Mariana Cecchini, 38, conta que reformou um imóvel nos Jardins (zona oeste) que teve o aluguel dobrado.
O projeto foi customizado para o inquilino, que queria uma sala ampla e espaço para escritório. A reforma custou cerca de R$ 20 mil.
Antes da reforma, a corretora avaliou o aluguel em R$ 1.500. Após as obras, o contrato foi fechado por R$ 3.000 mensais.
MÃOS À OBRA
Uma boa limpeza é o começo de tudo. Teto, portas e janelas ganham aspecto de novos com o uso de bucha dupla face, detergente neutro e pano úmido.
Para furo de pregos e parafusos, massa corrida e argamassa. "Refaça também os rejuntes do piso", recomenda a engenheira Patrícia Medeiros, do programa Doutores da Construção.
Trincas e fissuras nas paredes, causadas por movimentação do edifício, são preenchidas facilmente, diz Vicente Parisotto Junior, gerente técnico da fabricante Mactra.
"Basta abrir a trinca em 'V', limpar, preencher com um selante à base de resina acrílica, esperar a secagem e fazer o acabamento", diz. Se o problema é estrutural, a causa deve ser resolvida.
ÁGUA
Mofo é um dos principais fatores de depreciação de um imóvel. Se o problema for infiltração, só fazendo a impermeabilização da área. O custo da obra varia conforme o padrão de acabamento.
"Esse é um defeito que não pode ser remediado", lembra Parisotto Junior.
Vazamento na base da válvula de descarga ou descarga contínua também são problemas corriqueiros. Contra eles, a regulagem da válvula ou sua troca são suficientes.
Se o ralo tem mau cheiro, pode ser sinal de que não há sifão no encanamento. Troque o ralo por um sifonado.
ACABAMENTOS
Antes de pintar, a dica é a aplicar fundos preparadores de parede sobre a pintura descascada, para regularizar a superfície.
Prefira cores claras e deixe para o inquilino personalizar o ambiente segundo seu gosto. "Tons 'off-white' refletem mais luminosidade ao ambiente e dão sensação de amplitude", indica Patrícia Fecci, gerente de produto da Sherwin Williams.
Use tintas laváveis, que facilitam a retirada de manchas. A lata de 18 litros de tinta acrílica acetinada branca custa, em média, R$ 140 --suficiente para 350 m2.
Quando a parede tem imperfeições, a aplicação de textura é uma saída de acabamento mais barata do que corrigir defeitos com massa corrida e tinta. A lata de 18 litros da textura lisa custa a partir de R$ 86.
Fonte: folha.com
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Parede trincada, com infiltração ou suja e piso gasto ou com peças quebradas não causam apenas má impressão no candidato a inquilino.
O valor do aluguel de um imóvel em más condições cai de 30% a 50%, estima João Rodrigues de Araújo, diretor de base do Sintracon (sindicato dos trabalhadores da construção).
Para aumentar o rendimento com a locação, é fundamental manter o imóvel com cara de casa nova para o futuro inquilino. Em contrapartida, o locatário terá a obrigação legal de devolvê-lo no mesmo estado.
A arquiteta Mariana Cecchini, 38, conta que reformou um imóvel nos Jardins (zona oeste) que teve o aluguel dobrado.
O projeto foi customizado para o inquilino, que queria uma sala ampla e espaço para escritório. A reforma custou cerca de R$ 20 mil.
Antes da reforma, a corretora avaliou o aluguel em R$ 1.500. Após as obras, o contrato foi fechado por R$ 3.000 mensais.
MÃOS À OBRA
Uma boa limpeza é o começo de tudo. Teto, portas e janelas ganham aspecto de novos com o uso de bucha dupla face, detergente neutro e pano úmido.
Para furo de pregos e parafusos, massa corrida e argamassa. "Refaça também os rejuntes do piso", recomenda a engenheira Patrícia Medeiros, do programa Doutores da Construção.
Trincas e fissuras nas paredes, causadas por movimentação do edifício, são preenchidas facilmente, diz Vicente Parisotto Junior, gerente técnico da fabricante Mactra.
"Basta abrir a trinca em 'V', limpar, preencher com um selante à base de resina acrílica, esperar a secagem e fazer o acabamento", diz. Se o problema é estrutural, a causa deve ser resolvida.
ÁGUA
Mofo é um dos principais fatores de depreciação de um imóvel. Se o problema for infiltração, só fazendo a impermeabilização da área. O custo da obra varia conforme o padrão de acabamento.
"Esse é um defeito que não pode ser remediado", lembra Parisotto Junior.
Vazamento na base da válvula de descarga ou descarga contínua também são problemas corriqueiros. Contra eles, a regulagem da válvula ou sua troca são suficientes.
Se o ralo tem mau cheiro, pode ser sinal de que não há sifão no encanamento. Troque o ralo por um sifonado.
ACABAMENTOS
Antes de pintar, a dica é a aplicar fundos preparadores de parede sobre a pintura descascada, para regularizar a superfície.
Prefira cores claras e deixe para o inquilino personalizar o ambiente segundo seu gosto. "Tons 'off-white' refletem mais luminosidade ao ambiente e dão sensação de amplitude", indica Patrícia Fecci, gerente de produto da Sherwin Williams.
Use tintas laváveis, que facilitam a retirada de manchas. A lata de 18 litros de tinta acrílica acetinada branca custa, em média, R$ 140 --suficiente para 350 m2.
Quando a parede tem imperfeições, a aplicação de textura é uma saída de acabamento mais barata do que corrigir defeitos com massa corrida e tinta. A lata de 18 litros da textura lisa custa a partir de R$ 86.
Fonte: folha.com
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sábado, 18 de junho de 2011
Para revitalizar imóveis antigos e gastar menos é necessário racionalizar as reformas.
Brasília, cidade inaugurada em 1960, conta com vários prédios antigos no coração da capital, como a SQS 308, uma das quadras mais antigas do Plano Piloto. Apartamentos mais velhos, em geral, são mais presentes que construções novas. Entretanto, seus sistemas elétricos e hidráulicos obsoletos podem causar transtornos.
Gérson Brasil França, técnico em elétrica e mecânica, é morador do Cruzeiro. No início deste ano, o prédio em que ele mora - construído há 30 anos -passou por uma reforma geral. “Foi decidido em assembleia, pelos condôminos, que seria escolhida uma firma com melhor preço e ela faria as obras gerais, em todos os apartamentos. Pagamos as taxas adicionais cobradas pelo condomínio”, explica. Segundo ele, a obra durou quatro meses e foi muito tranquila e trouxe benefícios. “Antes, lâmpadas e aparelhos domésticos queimavam sempre. O chuveiro e a vela do filtro entupiam direto por causa dos encanamentos de ferro. Eu tinha que trocar meu chuveiro de seis em seis meses”, relembra.
Ainda não é raro encontrar encanamentos de ferro nos apartamentos mais antigos da capital. Interruptores antiquados e em apenas uma única parede dos cômodos também podem ser achados com frequencia. Fazer uma retrospectiva dos motivos que levavam a antigos modelos de instalações é interessante para entender demandas passadas, como analisa o arquiteto e decorador Henrique Bezerra. “As necessidades dos imóveis de Brasília, há 50 anos, eram diferentes das de hoje. O ideal de conforto em um cômodo, no quesito eletricidade, era apenas uma luminária, um rádio e no máximo uma televisão. De alguns anos para cá, o uso das instalações elétricas nos quartos é muito maior: com computador, Internet, impressora, carregadores de laptops, de celulares etc”.
As melhores soluções para esse tipo de desconforto são as reformas. Ou ‘retrofit’, como é conhecida a revitalização interna de imóveis, segundo o arquiteto e dono de construtora Luis Zeferino. O primeiro passo, segundo ele, é a verificação das tubulações hidráulicas. Se elas forem de metal e em processo de deterioração, é necessária a troca para canos de PVC para evitar vazamentos. “Quanto à fiação de força elétrica, deve haver a troca a cada 20 ou 25 anos. O uso de equipamentos que puxam mais energia e de artefatos de ‘luminotécnica’ (efeitos de luz) mais elaborados colabora para o desgaste mais rápido da fiação”, afirma o especialista. Para ele, o custo-benefício da revitalização de imóveis vale a pena. Assim, além de melhorar a segurança do apartamento, as reformas servem para agregar valor aos imóveis. “Na hora de vender, o proprietário sai ganhando”, atesta.
O engenheiro civil e construtor Paulo Muniz acredita que não há paliativos para serem usados quanto à durabilidade de materiais hidráulicos e elétricos. “Você pode até trocar parte de uma tubulação, mas, certamente, ela trará problemas futuros e terá que ser substituída novamente”, afirma. “Vale investir nos melhores materiais, que durarão mais e não causarão dor de cabeça mais à frente”, completa. Entretanto, não é todo mundo que pode pagar caro pelas obras. Elas demandam gastos inevitáveis e crescentes, já que uma reforma acaba se atrelando à outra. “Uma obra exige itens de segurança que estejam dentro de padrões e normas técnicas. É difícil gastar pouco em uma reforma, para isso é preciso racionalizá-la”, indica o arquiteto Henrique Bezerra. “Para racionalizar uma obra, a presença de um especialista é essencial, já que ele irá pensar no melhor encaminhamento e na forma que seja mais econômica ao orçamento do cliente”, afirma o engenheiro.
Para diminuir custos, algumas alternativas são viáveis. “O uso de sancas é indicado para quem não quer quebrar todas as paredes, mas precisa trocar encanamentos. As sancas de gesso cobrem os traços da reforma”, sugere Bezerra. Outra solução é implantar todas as tomadas e interruptores em um mesmo nível. “As tomadas médias, de altura aproximada de 1,05 metro, otimizam o processo da obra por utilizarem um duto só, além de serem mais acessíveis às pessoas”, completa.
Fonte: Lugarcerto
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Gérson Brasil França, técnico em elétrica e mecânica, é morador do Cruzeiro. No início deste ano, o prédio em que ele mora - construído há 30 anos -passou por uma reforma geral. “Foi decidido em assembleia, pelos condôminos, que seria escolhida uma firma com melhor preço e ela faria as obras gerais, em todos os apartamentos. Pagamos as taxas adicionais cobradas pelo condomínio”, explica. Segundo ele, a obra durou quatro meses e foi muito tranquila e trouxe benefícios. “Antes, lâmpadas e aparelhos domésticos queimavam sempre. O chuveiro e a vela do filtro entupiam direto por causa dos encanamentos de ferro. Eu tinha que trocar meu chuveiro de seis em seis meses”, relembra.
Ainda não é raro encontrar encanamentos de ferro nos apartamentos mais antigos da capital. Interruptores antiquados e em apenas uma única parede dos cômodos também podem ser achados com frequencia. Fazer uma retrospectiva dos motivos que levavam a antigos modelos de instalações é interessante para entender demandas passadas, como analisa o arquiteto e decorador Henrique Bezerra. “As necessidades dos imóveis de Brasília, há 50 anos, eram diferentes das de hoje. O ideal de conforto em um cômodo, no quesito eletricidade, era apenas uma luminária, um rádio e no máximo uma televisão. De alguns anos para cá, o uso das instalações elétricas nos quartos é muito maior: com computador, Internet, impressora, carregadores de laptops, de celulares etc”.
As melhores soluções para esse tipo de desconforto são as reformas. Ou ‘retrofit’, como é conhecida a revitalização interna de imóveis, segundo o arquiteto e dono de construtora Luis Zeferino. O primeiro passo, segundo ele, é a verificação das tubulações hidráulicas. Se elas forem de metal e em processo de deterioração, é necessária a troca para canos de PVC para evitar vazamentos. “Quanto à fiação de força elétrica, deve haver a troca a cada 20 ou 25 anos. O uso de equipamentos que puxam mais energia e de artefatos de ‘luminotécnica’ (efeitos de luz) mais elaborados colabora para o desgaste mais rápido da fiação”, afirma o especialista. Para ele, o custo-benefício da revitalização de imóveis vale a pena. Assim, além de melhorar a segurança do apartamento, as reformas servem para agregar valor aos imóveis. “Na hora de vender, o proprietário sai ganhando”, atesta.
O engenheiro civil e construtor Paulo Muniz acredita que não há paliativos para serem usados quanto à durabilidade de materiais hidráulicos e elétricos. “Você pode até trocar parte de uma tubulação, mas, certamente, ela trará problemas futuros e terá que ser substituída novamente”, afirma. “Vale investir nos melhores materiais, que durarão mais e não causarão dor de cabeça mais à frente”, completa. Entretanto, não é todo mundo que pode pagar caro pelas obras. Elas demandam gastos inevitáveis e crescentes, já que uma reforma acaba se atrelando à outra. “Uma obra exige itens de segurança que estejam dentro de padrões e normas técnicas. É difícil gastar pouco em uma reforma, para isso é preciso racionalizá-la”, indica o arquiteto Henrique Bezerra. “Para racionalizar uma obra, a presença de um especialista é essencial, já que ele irá pensar no melhor encaminhamento e na forma que seja mais econômica ao orçamento do cliente”, afirma o engenheiro.
Para diminuir custos, algumas alternativas são viáveis. “O uso de sancas é indicado para quem não quer quebrar todas as paredes, mas precisa trocar encanamentos. As sancas de gesso cobrem os traços da reforma”, sugere Bezerra. Outra solução é implantar todas as tomadas e interruptores em um mesmo nível. “As tomadas médias, de altura aproximada de 1,05 metro, otimizam o processo da obra por utilizarem um duto só, além de serem mais acessíveis às pessoas”, completa.
Fonte: Lugarcerto
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
8 Dicas para Pequenos Investidores do Mercado Imobiliário.
Pequenas empresas do setor imobiliário e investidores com capital reduzido que buscam viabilizar construções residenciais de menor porte, deparam-se com a falta de preparo para o desenvolvimento de produtos imobiliários, isto é, empreendimentos que atendam as necessidades do público-alvo e ao mesmo tempo sejam rentáveis para os empreendedores.
Sem querer esgotar o assunto, apresento neste artigo algumas orientações básicas para quem deseja atuar de forma competente e profissional no mercado.
Grandes empresas possuem profissionais especializados com gerências em boa parte das etapas que descreverei, mas é a não é a realidade para grande parcela de construtoras e incorporadoras do país.
Seguem as etapas fundamentais:
1º - Escolha do Terreno
Sabe-se que boa parte do sucesso do empreendimento passa por escolher um terreno que atenda requisitos básicos como a "qualidade" da vizinhança, verificação de eventuais áreas degradadas no entorno, condições de posicionamento com relação ao sol, vista comprometida, nível de poluição, quantidade de serviços disponíveis como creche, escola, comércio, transporte público, além de barreiras ambientais e legais para construção.
Dê atenção a esta etapa. Faça parceria com um bom corretor ou imobiliária, que pode lhe ajudar a dar foco e ganhar tempo.
2ª - Vocação do Terreno e Negociação
Cada terreno possui um público-alvo específico e alguns produtos imobiliários que podem ser desenvolvidos, conforme renda, idade, ocupação do chefe de família, estilo de vida, perfil cultural, fatores sociais e entorno do futuro empreendimento, por exemplo.
Nesta fase, é importante definir o posicionamento e a proposta de valor para o mercado. Aquilo que se pretende passar para o consumidor. Será que a empresa quer vender um conceito de clube, de tecnologia, de segurança, artístico ou quem sabe ser sustentável?
Consequentemente, conforme a decisão, tem-se um índice de velocidade de vendas diferenciado, que precisa ser analisado, quando da negociação do valor de compra ou permuta com o proprietário. Feito isto, pode-se simular o Demonstrativo de Resultados e buscar fechar um bom negócio.
3º – Análise da oferta
Antes de seguir, dedique algum tempo para verificar os imóveis que estão sendo produzidos e comercializados no bairro ou na região e visitar os "stands" de vendas dos lançamentos (fotografe, consulte, pegue folders, anote preços e condições, etc.).
Ainda, acompanhe os estudos dos sindicatos e associações setoriais verificando o número de unidades vendidas, tamanho dos imóveis, número de quartos, preços médios, datas de lançamento nesta mesma região. Normalmente estas informações são mensais. Após, identifique quais são os empreendimentos de sucesso e os pontos críticos dos projetos "vencedores". Você terá mais chances de acertar.
4º – Diferenciação do produto ou "commodity"
Quais os diferenciais do produto que você quer desenvolver? Ou os diferenciais estarão somente na empresa? O que leva o consumidor a seduzir-se pelo seu empreendimento? Ou ele é uma "commodity"? Saiba de antemão os riscos de fazer o mesmo que os concorrentes.
É preciso que a empresa tenha claro o que ela está oferecendo. Somente o atendimento, boas experiências anteriores, imagem ou marca podem não ser suficientes para a venda.
5º - Projeto e equipe de construção
Deixe o projeto com um bom arquiteto, que entenda as características que você pesquisou e detectou, bem como tenha conhecimento da região onde será executada a obra. Acompanhe cada fase dos estudos até o projeto arquitetônico final e os complementares. O "dono" tem que ter um olhar cuidadoso para não reclamar no futuro.
Quanto à equipe de construção, opte por uma construtora reconhecida, que preste bons serviços. Avalie o acervo técnico e eventuais reclamações no PROCON. Caso você opte por construir diretamente com um engenheiro civil e equipe de profissionais autônomos, conheça os riscos e as vantagens, antes de começar as obras.
Muito cuidado com nome do empreendimento, fachada, áreas comuns, apartamento decorado, boa humanização e 3D! Ainda dá tempo de refazer o que for necessário. Mudar um projeto é menos oneroso que durante a obra!
6º – Escolha da Imobiliária e Preparação do "Stand"
Pelas características do empreendimento, avalie se é melhor fazer uma venda mista ou somente com corretores terceirizados. Em geral, pequenas empresas não devem ter esta estrutura, mas contratar uma boa imobiliária, que conheça a região onde está o empreendimento e possa formatar uma boa planilha de preços, conforme as fases da obra e velocidade de vendas. Além de que parte-se do pressuposto que os corretores "falam a língua" deste público.
Também exige-se que os corretores sejam capacitados. Você e a imobiliária podem realizar um treinamento técnico, com detalhes do produto, identificando o que impressiona o cliente, um roteiro de apresentação, como cadastrar o cliente, etc. Arrumar os trabalhos quando já estiver tudo em andamento é perigoso. Depois, pode-se treinar as objeções do cliente. Como você visitou os concorrentes, busque salientar os pontos críticos, com bons argumentos para os corretores da imobiliária parceira.
Quanto à estruturação do "stand" de venda, busque preparar o ambiente mais adequado possível ao produto. Se for o caso, e houver recursos monte um "show room", com um apartamento decorado, que tenha boa iluminação e som ambiente, no mínimo.
Sua empresa e a imobiliária devem impressionar! Serem educados! Dificilmente tem-se uma segunda chance de vender para o mesmo cliente.
7º – Lançamento
Partindo do pressuposto que seu imóvel é adequado, agora é lançar o empreendimento. Para tanto, é preciso estimular a demanda, gerar expectativa de compra e trabalhar o emocional.
Feche bons negócios a partir de garantias mínimas para os clientes e com condições vantajosas para eles. Guarde de 3 a 4 %, dependendo do produto para o marketing do imóvel. Esta definição vai depender do tamanho do empreendimento e do público. Faça um lançamento no plantão de vendas, pois, quem sabe mesmo antes das obras iniciarem sejam fechadas 100 % das vendas com o imóvel ainda na planta!
8º – Relacionamento
Mantenha contato com os clientes, mesmo para aquelas unidades já vendidas. Use e abuse dos recursos de internet e mídias sociais, que tem baixo custo. Quem sabe estes clientes podem indicar outros compradores.
Apresentamos aqui as principais etapas, que podem ser antecipadas com a contratação de uma consultoria especializada ou uma pesquisa de mercado. Tente sempre ter boas empresas lhe apoiando. Diminui o risco e aumentam as chances de sucesso.
Bem, agora é construir! Boa sorte nos negócios!
Fonte: Clip Imobiliário
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Sem querer esgotar o assunto, apresento neste artigo algumas orientações básicas para quem deseja atuar de forma competente e profissional no mercado.
Grandes empresas possuem profissionais especializados com gerências em boa parte das etapas que descreverei, mas é a não é a realidade para grande parcela de construtoras e incorporadoras do país.
Seguem as etapas fundamentais:
1º - Escolha do Terreno
Sabe-se que boa parte do sucesso do empreendimento passa por escolher um terreno que atenda requisitos básicos como a "qualidade" da vizinhança, verificação de eventuais áreas degradadas no entorno, condições de posicionamento com relação ao sol, vista comprometida, nível de poluição, quantidade de serviços disponíveis como creche, escola, comércio, transporte público, além de barreiras ambientais e legais para construção.
Dê atenção a esta etapa. Faça parceria com um bom corretor ou imobiliária, que pode lhe ajudar a dar foco e ganhar tempo.
2ª - Vocação do Terreno e Negociação
Cada terreno possui um público-alvo específico e alguns produtos imobiliários que podem ser desenvolvidos, conforme renda, idade, ocupação do chefe de família, estilo de vida, perfil cultural, fatores sociais e entorno do futuro empreendimento, por exemplo.
Nesta fase, é importante definir o posicionamento e a proposta de valor para o mercado. Aquilo que se pretende passar para o consumidor. Será que a empresa quer vender um conceito de clube, de tecnologia, de segurança, artístico ou quem sabe ser sustentável?
Consequentemente, conforme a decisão, tem-se um índice de velocidade de vendas diferenciado, que precisa ser analisado, quando da negociação do valor de compra ou permuta com o proprietário. Feito isto, pode-se simular o Demonstrativo de Resultados e buscar fechar um bom negócio.
3º – Análise da oferta
Antes de seguir, dedique algum tempo para verificar os imóveis que estão sendo produzidos e comercializados no bairro ou na região e visitar os "stands" de vendas dos lançamentos (fotografe, consulte, pegue folders, anote preços e condições, etc.).
Ainda, acompanhe os estudos dos sindicatos e associações setoriais verificando o número de unidades vendidas, tamanho dos imóveis, número de quartos, preços médios, datas de lançamento nesta mesma região. Normalmente estas informações são mensais. Após, identifique quais são os empreendimentos de sucesso e os pontos críticos dos projetos "vencedores". Você terá mais chances de acertar.
4º – Diferenciação do produto ou "commodity"
Quais os diferenciais do produto que você quer desenvolver? Ou os diferenciais estarão somente na empresa? O que leva o consumidor a seduzir-se pelo seu empreendimento? Ou ele é uma "commodity"? Saiba de antemão os riscos de fazer o mesmo que os concorrentes.
É preciso que a empresa tenha claro o que ela está oferecendo. Somente o atendimento, boas experiências anteriores, imagem ou marca podem não ser suficientes para a venda.
5º - Projeto e equipe de construção
Deixe o projeto com um bom arquiteto, que entenda as características que você pesquisou e detectou, bem como tenha conhecimento da região onde será executada a obra. Acompanhe cada fase dos estudos até o projeto arquitetônico final e os complementares. O "dono" tem que ter um olhar cuidadoso para não reclamar no futuro.
Quanto à equipe de construção, opte por uma construtora reconhecida, que preste bons serviços. Avalie o acervo técnico e eventuais reclamações no PROCON. Caso você opte por construir diretamente com um engenheiro civil e equipe de profissionais autônomos, conheça os riscos e as vantagens, antes de começar as obras.
Muito cuidado com nome do empreendimento, fachada, áreas comuns, apartamento decorado, boa humanização e 3D! Ainda dá tempo de refazer o que for necessário. Mudar um projeto é menos oneroso que durante a obra!
6º – Escolha da Imobiliária e Preparação do "Stand"
Pelas características do empreendimento, avalie se é melhor fazer uma venda mista ou somente com corretores terceirizados. Em geral, pequenas empresas não devem ter esta estrutura, mas contratar uma boa imobiliária, que conheça a região onde está o empreendimento e possa formatar uma boa planilha de preços, conforme as fases da obra e velocidade de vendas. Além de que parte-se do pressuposto que os corretores "falam a língua" deste público.
Também exige-se que os corretores sejam capacitados. Você e a imobiliária podem realizar um treinamento técnico, com detalhes do produto, identificando o que impressiona o cliente, um roteiro de apresentação, como cadastrar o cliente, etc. Arrumar os trabalhos quando já estiver tudo em andamento é perigoso. Depois, pode-se treinar as objeções do cliente. Como você visitou os concorrentes, busque salientar os pontos críticos, com bons argumentos para os corretores da imobiliária parceira.
Quanto à estruturação do "stand" de venda, busque preparar o ambiente mais adequado possível ao produto. Se for o caso, e houver recursos monte um "show room", com um apartamento decorado, que tenha boa iluminação e som ambiente, no mínimo.
Sua empresa e a imobiliária devem impressionar! Serem educados! Dificilmente tem-se uma segunda chance de vender para o mesmo cliente.
7º – Lançamento
Partindo do pressuposto que seu imóvel é adequado, agora é lançar o empreendimento. Para tanto, é preciso estimular a demanda, gerar expectativa de compra e trabalhar o emocional.
Feche bons negócios a partir de garantias mínimas para os clientes e com condições vantajosas para eles. Guarde de 3 a 4 %, dependendo do produto para o marketing do imóvel. Esta definição vai depender do tamanho do empreendimento e do público. Faça um lançamento no plantão de vendas, pois, quem sabe mesmo antes das obras iniciarem sejam fechadas 100 % das vendas com o imóvel ainda na planta!
8º – Relacionamento
Mantenha contato com os clientes, mesmo para aquelas unidades já vendidas. Use e abuse dos recursos de internet e mídias sociais, que tem baixo custo. Quem sabe estes clientes podem indicar outros compradores.
Apresentamos aqui as principais etapas, que podem ser antecipadas com a contratação de uma consultoria especializada ou uma pesquisa de mercado. Tente sempre ter boas empresas lhe apoiando. Diminui o risco e aumentam as chances de sucesso.
Bem, agora é construir! Boa sorte nos negócios!
Fonte: Clip Imobiliário
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Inovação e Mercado: novas idéias

A casa de cerâmica será um dos destaques do 19º Salão Internacional da Indústria da Construção, que acontece de terça a sábado, no Anhembi, em São Paulo. O modelo apresentado vai apresentar uma casa totalmente idealizada em alvenaria estrutural.
O público alvo são as classes C e D, terá 56 metros quadrados, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e hall de entrada. Um dos diferenciais desse produto, é que a montagem é de alvenaria. A casa terá um custo de R$ 33 mil.
Fonte: Unimóvel/SP
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Saiba como fugir dos piratas
Especialistas explicam os riscos de usar em casas e apartamentos material elétrico sem a origem comprovada e que não seguem as normas de segurança exigidas pela legislação.

Que mexer com instalação elétrica não é brincadeira, todo mundo já sabe. Além dos riscos à saúde e à propriedade, lidar com a energia sem estar preparado pode causar traumas que marcam a vida das pessoas. Mas para evitar isso não basta ter cuidado ao contratar o profissional para executar o trabalho. É imprescindível certificar-se de que os materiais adquiridos sejam fabricados segundo normas de segurança. O risco é que, assim como ocorre com artigos eletroeletrônicos, CDs e outros, todos os materiais elétricos também podem ser pirateados.
Para isso, é importante sempre escolher material em conformidade com as Normas Técnicas Brasileiras (NBR), certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), por meio de programas de qualidade reconhecidos e com garantia de assistência do fabricante. Diretor-geral da Loja Elétrica, João Flávio de Matos alerta que de fios a cabos elétricos, passando por ferramentas, adaptadores, cabos de cobre, entre outros, podem ser pirateados. Há, também, as lâmpadas a vapor: de mercúrio, de sódio e metálico. "São arrematadas em leilões efetuados pelas concessionárias de energia, que as substituem no fim da vida, porém, ainda funcionando por alguns dias. Depois são recondicionadas, colocadas em embalagens novas e vendidas como se fossem novas em folha."
Para assegurar que o produto é confiável, a engenheira eletricista da Deslandes Engenharia, Cláudia Deslandes diz que é obrigatória a indicação da NBR. "Cabo para uso interno residencial deve seguir a NBR NM 247-3, que deve ter impresso o número da Norma", exemplifica. Há casos de materiais elétricos que têm a certificação compulsória do Inmetro, como adaptadores de plugs e tomadas, cabos de energia 450/750V, disjuntores, interruptores, reatores de lâmpadas fluorescentes. "Esses materiais devem ter, obrigatoriamente, o selo do Inmetro", completa.
Ao adquirir o produto, a engenheira diz que se deve preferir materiais fabricados por indústrias com certificação de qualidade, como ABNT NBR e ISO 9000:2000. Outro indicativo de que o material é confiável é sua garantia. "Empresas idôneas estendem a garantia, ao contrário de piratas, que não garantem nada. Lembrando que essa garantia é prevista no Código do Consumidor, então é Lei."
O respeito às normas técnicas, imprescindível para evitar choques que podem provocar danos físicos permanentes e até a morte, também é ressaltado pelo presidente da Associação Brasileira pela Qualidade dos Fios e Cabos Elétricos (Qualifio), Luiz Fernando Rodrigues. "O uso de materiais defeituosos, junto com instalações deficientes, pode provocar situações de alto risco para as pessoas e seus bens."
A engenheira eletricista Cláudia Deslandes explica que disjuntores, interruptores e reatores de lâmpadas fluorescentes devem ter o selo do Inmetro nas embalagens
Uma dessas situações é o aquecimento dos condutores e circuitos elétricos, que geralmente resultam em incêndios. Além disso, podem ser produzidos gases tóxicos, componentes de produtos inadequados. "Eles geram mortes por asfixia nos casos de incêndios de grande porte. As estatísticas são claras e a mídia apresenta, de forma constante e dramática, esta matéria", alerta o presidente da Qualifio, parceira do Programa Casa Segura.
CERTIFICADOS
| A engenheira eletricista Cláudia Deslandes explica que disjuntores, interruptores e reatores de lâmpadas fluorescentes devem ter o selo do Inmetro nas embalagens |
Para minimizar o índice de acidentes envolvendo a energia elétrica e conscientizar sobre o uso de materiais com procedência reconhecida, a Associação Brasileira de Certificação das Instalações Elétricas (Certiel) criou um projeto que busca incentivar a obtenção de certificações voluntárias de acordo com a Norma ABNT NBR 5410 e outras de áreas específicas.
Com o trabalho, a Associação inicia ações efetivas para incluir o Brasil na lista de mais de 20 países que usam as certificações como forma de regulamentar e garantir a segurança em edificações comerciais e residenciais, como conta o diretor de uma das instituições fundadoras da Certiel, o Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre). "A certificação pode representar um valor agregado para as empresas e gerar uma nova cultura de edifícios seguros", afirma Antonio Maschietto.
Fonte: Lugar Certo/Uai
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sábado, 5 de março de 2011
Telhados, qual a melhor opção?
"Como escolher telhas para cobertura residencial e quais problemas um telhado malfeito pode apresentar?" (Rosália Silva, por e-mail)
Geralmente, há dois tipos de preocupação: qualidade e preço. As telhas de cerâmica vindas do Sul, principalmente de Santa Catarina, são melhores e mais resistentes. São também as mais caras. Podem surgir problemas, mas no caso é mais por falta de seguir as orientações, como, por exemplo, a inclinação. Outra vantagem da cerâmica é que não esquenta o ambiente.
O zinco é mais usado em galpões. Em casa não é recomendado, porque ninguém suporta o calor. Os galpões geralmente têm entrada e saída para circulação do ar.
Antigamente, as telhas de amianto eram muito mais resistentes, atualmente elas são frágeis, não se pode sequer andar sobre elas. Em casos de chuvas intermitentes, a situação é ainda pior, ela umedece e fica ainda mais frágil. Elas também esquentam muito o ambiente e é preciso observar a distância entre o teto e as telhas para amenizar a pressão do calor.
Não se oferece garantia nos serviços de telhados, a não ser quando se trata de grandes empreendimentos. Na verdade, se houver algum defeito ele se apresenta de imediato. Caso contrário, é muito difícil haver problemas, desde que se sigam as normas para execução. Há casos como telhas com trincas imperceptíveis. Com a exposição ao sol e à chuva, essa trinca dilata, mas é o caso de trocar a peça.
Sobre a telha vegetal, ainda não a utilizei e desconheço sua eficiência. Ela é oferecida por uma rede de materiais de construção e é dada garantia de até 15 anos, mas ainda não trabalhei com ela.
Luís Henrique Santos, carpinteiro especialista em telhados
Century 21 Classe A Imóveis, sempre uma boa idéia.....
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
Com falta de engenheiros, ameaça crescimento da economia
"Está faltando engenheiros no mercado de trabalho e faltará mais ainda". O alerta é de Marcos Túlio de Melo, presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), que reúne profissionais dessas áreas além de geólogos e meteorologistas. Para ele, "o apagão de mão de obra poderá trazer graves consequências para a economia brasileira".
Em seu cálculo, o déficit é de 20 mil engenheiros por ano, número que poderá aumentar com a demanda dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa Minha Casa, Minha Vida; além da exploração de petróleo na camada pré-sal; das Olimpíadas de 2016 e da Copa do Mundo de 2014.
Segundo Melo, a queixa recorrente da Federação Internacional de Futebol (Fifa) é de que os projetos para a Copa de 2014 estão atrasados. Em sua opinião, faltam engenheiros para empreender projetos básicos e executivos. Ele ressaltou que alguns estádios-sede para a Copa foram projetados no exterior.
A importação de projetos e a contratação de mão de obra de fora preocupam não só os engenheiros, mas também o governo. "Isso pode ser viável desde que haja reciprocidade e tenha oportunidades de negócios para empresas brasileiras no exterior", disse nesta terça-feira o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, durante encontro organizado pelo Confea em Brasília.
Mercadante defende que a falta de engenheiros seja suprida por tecnólogos com formação mais curta do que o bacharelado em engenharia. A ideia não é apoiada pelos engenheiros e causou "burburinho", nas palavras do ministro, entre os profissionais, ao ser defendida no encontro.
"O Brasil vai ter que acelerar a formação desse profissional que está fazendo falta no mercado", insistiu Mercadante que contabiliza a formação de 10 mil tecnólogos e 30 mil engenheiros anualmente no país.
Mas, para o presidente do Confea, a entrada de tecnólogos no mercado de trabalho em substituição a engenheiros, por falta de mão de obra, não é o ideal. Melo apresentou outra opção: aproveitar engenheiros formados que não atuam na área e oferecer mestrado profissionalizante para a atualização profissional. Em sua conta, um terço dos cerca de 475 mil engenheiros formados no Brasil não trabalha na área.
Além disso, Melo quer que haja políticas públicas para diminuir a evasão dos cursos de engenharia e mais controle do Ministério da Educação sobre a qualidade dos cursos.
Mercadante disse que o governo trabalha na elaboração de um programa nacional para engenharia. Segundo ele, o Brasil forma um engenheiro a cada 50 pessoas que concluem o curso superior. Na Coreia do Sul, esse número é de um engenheiro para quatro graduados; e, no México, a relação é de um engenheiro para 20 graduados.
Em números absolutos, o Brasil também perde para outros países emergentes. Na Coreia, 90 mil engenheiros são formados por ano; na Índia, 220 mil; e, na China, 650 mil (incluindo-se, neste caso, 250 mil que têm formação assemelhada ao dos tecnólogos).
Está buscando imóveis para investir ou para morar com sua família??
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Construir com pré-moldados, veja as dicas:
Com o apelo vindo dos canteiros de obras, onde a demanda exige ritmo cada vez mais acelerado, a construção civil caminha na direção da industrialização. Para isso, começa a utilizar em maior escala ferramentas como as estruturas pré-moldadas, que também são uma alternativa para a carência de profissionais no setor. As paredes já chegam prontas. As colunas são apenas fincadas no chão por grandes máquinas. E o resto é encaixado como se fosse uma montagem com “legos”. Pronto: em poucos dias a casa está construída. A civilização moderna busca cada vez mais a prática, a facilidade. Fazer uma casa com pré-fabricados admite a possibilidade de se construir em um prazo muito menor do que o normal. Resta saber se essa é a melhor opção.
Mesmo com os pré-moldados tendo um avanço de 100% desde 2006, o espaço a ser explorado ainda é grande. Vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-RS) e proprietário da Preconcretos Engenharia, José Paulo Grings cita um exemplo desse potencial: na Finlândia, 45% do consumo de cimento vai para o pré-fabricado. No Brasil, são apenas 4,5%.
Pilares, vigas e lajes pré-fabricadas já vêm sendo utilizados com frequência em obras de indústrias, mas ainda têm participação tímida nos empreendimentos residenciais. Realidade que começa a ser revertida no Estado. A Rossi implantou em Canoas uma central de montagens – que funciona a pleno vapor há cerca de dois meses –, onde produz do alicerce às paredes em projetos residenciais. Por enquanto, os pré-moldados têm como foco os empreendimentos do segmento econômico, que exigem uma produção em ritmo mais acelerado e em volumes maiores.
Maior indústria de pré-fabricados de Minas Gerais, onde tem a sua sede, a Premo Construções e Empreendimentos S.A. utiliza esse método de construção de imóveis em todo o Brasil. Com o objetivo de reduzir o custo e inovar tecnológica e logisticamente.
O sistema é aplicável tanto em empreendimentos verticais como nos horizontais. Placas de concreto internas e externas substituem as estruturas e vedações convencionais em alvenaria. Essas placas são montadas perpendicularmente umas às outras, formando “Ls”. Nas construções verticais, depois da aplicação das lajes, o pavimento seguinte é montado na mesma projeção do inferior. Os cantos formados pelo encontro das peças são fixados com solda e em alguns casos por meio de grouteamento (concreto fluido).
“Calculamos que uma casa pré-moldada fica em média 30% mais barata”, avalia Fátima de Sousa, executiva de vendas da Pré-Moldado Brasil Ltda. Uma casa, de 48m², com dois quartos pode ser montada em apenas cinco dias. A estrutura vendida pela empresa é de placas de concreto, sem encanamento, telhado e instalações hidráulica ou elétrica.
Na hora de comprar uma casa pré-moldada, fique atento a alguns pontos. O primeiro deles é dar à empresa todas as informações sobre o terreno, como inclinação e tipo de solo. Antes de fazer a casa, é importante que o terreno seja visitado para que se possa decidir sobre a melhor posição da casa em relação ao sol.
Preste bem atenção ao assinar o contrato e certifique-se de que tudo que foi combinado está escrito nele. Investigue também se não há reclamações em órgãos de defesa do consumidor contra a empresa escolhida. Reserve um dinheiro extra para o caso de haver algum imprevisto durante a instalação da casa.
Fonte: Fórum Imobiliário
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Oferecemos a maior segurança e tranquilidade do mercado imobiliário..
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
China constrói prédio em menos de 1 semana
Engenheiros da China, da cidade de Changsha, região central do país, construíram um hotel de 15 andares em apenas seis dias. Para erguer a estrutura foram dois dias, e mais quatro para o acabamento. Todo o processo de construção foi filmado e você pode ver no vídeo abaixo. O prédio do Ark Hotel, segundo os construtores, é preparado para suportar um terremoto de magnitude 9. A estrutura é à prova de som e tem isolamento térmico.
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
Apto ou casa, qual sua preferência?
O sonho de quase todo brasileiro é ter um imóvel grande, com um belo quintal e quem sabe até árvores frutíferas rodeando bancos no jardim. Mas será que você está preparado para arcar com os custos de manutenção e com as obrigações que ele traz? Além da questão financeira, a escolha entre umacasa ou um apartamento está relacionada ao perfil do morador. “O estilo de vida faz a pessoa optar por um ou outro. Eu adoraria morar em uma casa, mas viajo muito. Me sentiria inseguro em deixá-la sozinha por tanto tempo”, diz o arquiteto paulistano Ricardo Caminada.
Outra vantagem de morar em um apartamento é a praticidade. Geralmente compactos, são mais fáceis de limpar e dispensam preocupações com buracos repentinos no telhado em decorrência de chuvas, calhas entupidas ou pintura da fachada. E o melhor é que em alguns prédios, basta pegar o elevador para ter acesso à academia de ginástica e à piscina. “O conceito de clube que os novos empreendimentos estão adotando faz com que, cada vez mais, as famílias com filhos pequenos ou adolescentes escolham este tipo de moradia”, afirma o arquiteto Cláudio Porsé.
Mesmo com todas essas mordomias no condomínio – que em alguns casos chegam a custar mensalmente mais que o equivalente ao valor médio de um aluguel –, existem aqueles que não abrem mão do espaço extra de um quintal particular aquecido pelo sol e cheio de plantinhas. Os amantes das casas geralmente têm família grande, mais de um animal de estimação e fazem questão de compartilhar seu ambiente com os amigos.
“O importante é sentir-se em casa”
Casa ou apartamento, não importa. Um ambiente com suas referências faz com que você viva melhor. “Dá uma sensação de segurança, traz acolhimento e aconchego. Bem decorado, deixa a família mais unida, o casal mais próximo e atrai os bons amigos”, diz Caminada. Portanto, independentemente do resultado da sua escolha, deixe o seu espaço com a sua cara sempre!
Confira algumas opções que têm sua cara....
Nós realizamos seu maior sonho!!!!
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Avanço Tecnológico na Construção
Com o crescimento da construção observado nos últimos anos, várias empresas do setor têm buscado inovar em seus canteiros de obras, com o objetivo de alcançar maior produtividade. Novas técnicas construtivas, novos materiais, equipamentos, gestão dos processos e industrialização, são alguns dos recursos utilizados pelo segmento para alcançar a excelência.
Essas alterações impactam diretamente na mão de obra, que, necessariamente, passa a ter que ser mais qualificada. Deve-se considerar que esses processos tornam o setor bem mais eficiente. A autonomia proporcionada pela utilização dessas novas técnicas gera maior controle e maior qualidade aos seus produtos, dinamizando o tempo e os recursos aplicados. Aos poucos, o setor está modificando o paradigma da construção artesanal e grande absorção de mão de obra não qualificada.
Acelerar o processo de inovação tecnológica, expandindo seu conhecimento e utilização para todas as empresas, é um dos desafios prementes do segmento. Nesse contexto, ressalta-se o Programa Inovação Tecnológica (PIT), uma iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) que tem o objetivo de estudar, analisar e definir diretrizes para o desenvolvimento de inovações tecnológicas na construção civil nacional.
O PIT prevê a implementação de nove projetos que vão garantir o desenvolvimento de tecnologias que permitam a evolução do setor e visa à inserção do tema no planejamento de negócios das empresas. A ideia é mostrar que os investimentos na área podem se tornar um diferencial competitivo, aumentando a produtividade e a sustentabilidade dos negócios.
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sábado, 29 de janeiro de 2011
Que cuidados tomar na minha construção para evitar problemas com as fortes chuvas de verão?

Procure verificar antes do final de cada ano se as telhas parecem estar no lugar e se o telhado não apresenta qualquer "ondulação", pois isso pode ser sinal de madeiramento cedendo.
Vamos tratar dos cuidados que você deve ter em sua construção para que ela suporte bem as fortíssimas pancadas de chuva que assolam o Brasil no verão.
Relação área externa e interna
Um primeiro cuidado que você deve ter em mente para seu projeto é bastante básico e simples: crie um desnível entre a parte interna e a externa. Esse desnível não chega à altura de um degrau. Ele deve ter apenas poucos centímetros, de três a cinco. Essa simples medida promove um isolamento das águas que porventura podem se acumular devido à grande vazão momentânea da chuva, evitando muita dor de cabeça. No calçamento externo tome o cuidado de executar caimentos sempre contrários à casa, afastando as águas da construção.
Cuidados com telhados
No caso de casas com telhados, ao executar sua inclinação, tenha certeza de que ela está sendo feita de acordo com a norma para o tipo de telha utilizada. Cada tipo de telha exige uma inclinação diferente, que deve ser respeitada, de maneira que, durante as chuvas torrenciais, não exista a possibilidade de infiltração por entre elas. Um cuidado adicional muito interessante é a utilização de uma manta de subcobertura sob o telhado. Ela garante o isolamento da casa na ocorrência de um pequeno vazamento.
Para o telhado já construído procure verificar, ao menos visualmente, antes do final de cada ano, se as telhas parecem estar no lugar e se o telhado não apresenta qualquer “ondulação”, pois isso pode ser sinal de madeiramento cedendo. Também faça sempre a limpeza periódica de seu telhado para que as chuvas tenham caminho desimpedido por cima das telhas. Uma simples sacola plástica enganchada aliada a chuvas fortíssimas pode criar um pequeno ponto de infiltração.
Cuidados com lajes
No caso de quem vai executar uma laje impermeabilizada, os cuidados são similares: a execução da impermeabilização deve ser sempre feita por mão de obra especializada e os caimentos da laje, que conduzem as águas para os dutos, devem ser realizadas cuidadosamente. Também sempre verifique se a laje está desimpedida de qualquer detrito. É comum a própria proteção da impermeabilização se desprender com o tempo, quando não está bem feita, e esses pedaços de cimento acabam levados para os ralos pelas águas, podendo obstrui-los parcialmente.
Drenagem das coberturas
Em lajes e, em boa parte dos telhados, existe sempre a questão do encaminhamento das águas para a coleta. Para tanto, como explicamos no artigo anterior, é realizado um cálculo para determinar a vazão de uma cobertura e o tamanho dos canos que devem encaminhar essas águas de chuva. No entanto, embora o cálculo garanta a vazão, é importante sempre verificar se as calhas e drenos estão desobstruídos. Folhas não removidas rotineiramente são geralmente as grandes culpadas dessa história. Faça sempre a limpeza das calhas ou condutores.
No caso de casas em áreas com muitas árvores próximas as coberturas, pode-se aplicar uma tela sobre a calha e duto vertical para evitar o entupimento e garantir, mesmo com baixa manutenção, o encaminhamento correto das águas. No caso de lajes impermeabilizadas, sugere-se o uso de ralos hemisféricos, para evitar entupimentos inesperados.
Beirais e varandas
Os beirais, tão comuns em coberturas com telhados, são grandes aliados da construção em relação as chuvas. Eles garantem que suas paredes vão ficar mais secas e que, apenas em casos muito extremos, suas janelas ou portas serão solicitadas quanto a estanqueidade.
No caso das lajes, é mais comum termos as fachadas das construções mais solicitadas, portanto procure sempre janelas e portas de boa qualidade, especialmente nesses casos. Nessas coberturas, para evitar marcas de escorrimento na parede, decorrente de chuvas constantes, um rufo de acabamento no encontro da laje com a face externa da construção é um detalhe muito indicado. Outra alternativa interessante para esses casos, embora mais dispendiosa, é a utilização de materiais impermeabilizante ou hidrofugantes na fachada.
As varandas, seja a cobertura tipo telhado ou laje, são muito bem vindas, pois se tornam um espaço intermediário entre o conforto interno e as fortes chuvas do espaço externo, já que devemos lembrar que no nosso país geralmente as maiores chuvas acontecem no verão, justamente na época em que queremos deixar as janelas abertas.
Janelas e portas
Procure sempre comprar produtos de qualidade. A diferença será a estanqueidade de chuva e de ruído, itens fundamentais para seu conforto. Infelizmente, é muito comum encontrar produtos de qualidade mal instalados por quem executou a obra, afetando suas condições corretas de funcionamento. Por isso, se estiver construindo, fique atento: há sempre uma forma correta de se instalar as esquadrias de uma casa, forma que varia conforme o material de que é feita a janela ou porta. Isso não serve apenas para que a janela funcione corretamente, mas evita que haja infiltração mais tarde entre as janelas e a parede.
Saída de águas pluviais
As águas de chuva são captadas em sua construção e depois encaminhadas ao sistema público de coleta. Esse encaminhamento se dá geralmente por aqueles tradicionais canos que deságuam na sarjeta. Um cuidado simples, mas muito importante nessa tubulação, é executar esse ultimo trecho do tubo em ferro ou outro material resistente. O tubo de PVC branco, pelo qual as águas de chuva são encaminhadas, são frágeis, e deixá-lo sob uma fina casca de calçada acaba resultando em rompimento quando um carro eventualmente sobre em cima dessa área. O tubo de ferro não quebra e garante que as suas águas de chuva encontrem caminho desimpedido para o sistema de coleta.
Esses cuidados simples na construção, aliados à manutenção periódica de suas coberturas, drenos, portas e janelas, ajudarão a garantir que você fique tranquilo na época de chuvas.
Fonte: Uol
Veja mais sobre nossos serviços.
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15298552005515295393
Twitter: http://twitter.com/#!/Cassio7camara
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Em busca da economia
Aprenda como não desperdiçar materiais de construção
O sonho de construir um imóvel pode virar pesadelo. Se o desperdício não for controlado ou evitado há o risco até de a casa não ficar pronta. Para evitar problemas desse tipo o melhor a fazer é escolher um profissional especializado para coordenar a construção. Evita-se assim o desperdício, que pode chegar a 30% do material por causa de quebras, estocagem errada, má utilização do material, etc. Essa perda encarece a obra em torno de 10%.
Alguns procedimentos são indispensáveis para evitar desperdícios de materiais de construção. Cortar somente a quantidade de tijolos e azulejos que serão necessários; medir as fiações que serão utilizadas; preparar a quantidade exata ou aproximada de cimento; não armazenar o material em locais abertos ou no chão frio; não deixar sacos abertos para evitar que o cimento endureça; não estocar areia em lugares sem cobertura ou no solo, porque com as chuvas e infiltrações pode-se perder a qualidade e material; preparar somente o cimento que logo será utilizado e utilizar material específico para o nivelamento das paredes, evitando gastar mais argamassa.
Para construções de padrão médio, em torno de 100 metros quadrados, gasta-se em média R$ 550 por metro quadrado. Se o custo for muito acima disso, é sinal de que pode estar havendo desperdício de material. Nas construções residenciais de luxo, que variam entre 150 e 200 metros quadrados, o valor aumenta para R$ 850.
Se o projeto inicial for alterado e boa parte do material já tiver sido comprada, na maioria das vezes há desperdício de material. Além disso, há a necessidade de comprar novas matérias-primas. Para evitar mais essa dor de cabeça, só compre o material quando tiver certeza do que realmente quer. Nos casos de dúvida, reflita e peça orientação a profissionais. Dessa forma você evita que os materiais de acabamento, por exemplo, e seu dinheiro sejam jogados fora.
Alguns procedimentos são indispensáveis para evitar desperdícios de materiais de construção. Cortar somente a quantidade de tijolos e azulejos que serão necessários; medir as fiações que serão utilizadas; preparar a quantidade exata ou aproximada de cimento; não armazenar o material em locais abertos ou no chão frio; não deixar sacos abertos para evitar que o cimento endureça; não estocar areia em lugares sem cobertura ou no solo, porque com as chuvas e infiltrações pode-se perder a qualidade e material; preparar somente o cimento que logo será utilizado e utilizar material específico para o nivelamento das paredes, evitando gastar mais argamassa.
Para construções de padrão médio, em torno de 100 metros quadrados, gasta-se em média R$ 550 por metro quadrado. Se o custo for muito acima disso, é sinal de que pode estar havendo desperdício de material. Nas construções residenciais de luxo, que variam entre 150 e 200 metros quadrados, o valor aumenta para R$ 850.
Se o projeto inicial for alterado e boa parte do material já tiver sido comprada, na maioria das vezes há desperdício de material. Além disso, há a necessidade de comprar novas matérias-primas. Para evitar mais essa dor de cabeça, só compre o material quando tiver certeza do que realmente quer. Nos casos de dúvida, reflita e peça orientação a profissionais. Dessa forma você evita que os materiais de acabamento, por exemplo, e seu dinheiro sejam jogados fora.
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Não se deixe enganar pelas áreas.
Saber a definição de área é a melhor saída para conhecer uma boa construção
Na maioria das vezes quando nos perguntamos sobre a área do nosso apartamento, nos enganamos na sua definição; aqui vamos colocar tudo no devido lugar para que você não cometa equivoco na hora de contratar a construção ou a compra da unidade:
ÁREA PRIVATIVA - É aquela onde o proprietário detém a integridade do seu domínio, constituído pela superfície limitada pela linha externa que contorna as paredes das dependências de uso privativo e exclusivo do proprietário, sejam elas cobertas ou descobertas e pelo eixo das paredes que separem de outra unidade , no mesmo piso. O mercado utiliza, via de regra, outras expressões, como área útil, e até mesmo 'área de vassoura', para denominar aquela situada dentro do ambiente exclusivo do condômino. Importante ressaltar que esta é a área individual, a área em que o condômino detém todo o seu domínio, restrito aos limites, sendo portanto a área mais importante no momento da compra e sobre a qual o adquirente atribui a maior importância, devendo inclusive ser objeto direto de questionamento quando da transação.
ÁREAS DE USO COMUM: Aquelas que podem ser utilizadas em comum por todos os propretários das unidades autônomas, sendo franqueado o acesso, seu uso e gozo, de forma comunitária, constituídos, por exemplo, pelo hall do prédio, áreas de lazer, corredores de circulação, etc.
ÁREAS DE DIVISÃO NÃO PROPORCIONAL: Aquelas de uso privativo ou comum a uma ou várias unidades autônomas, independente de qualquer relação de proporcionalidade com as respectivas áreas privativas de construção, ou seja, áreas que, embora situadas fora da área privativa e exclusiva do uso do condômino, são a ele pertencentes, podendo também pertencer a mais de um condomínio. O exemplo mais usual da área de divisão não proporcional são as vagas de garagem, que embora situadas em local de uso comum, a sua utilização se restringe ao titular da unidade autônoma correspondente ao respectivo box.
ÁREAS DE DIVISÃO PROPORCIONAL - Aquelas de uso comum, distribuídas às unidades autônomas na proporção dos respectivos percentuais que ocupam na edificação. Assim todos compartilham, na proporcionalidade de suas respectivas frações, as áreas que são comuns a todas as unidades.
ÁREA DE CONSTRUÇÃO - Soma da área privativa da unidade autônoma, com as parcelas de uso comum, formando assim a área total de construção, que corresponde ao montante que o proprietário da unidade possui no futuro empreendimento, chamando a atenção para não confundi-la com a área privativa, restrita à unidade e ao uso exclusivo do proprietário, haja vista que a área total é utilizada para efeito de cálculo do rateio das despesas de construção, uma vez que o pagamento do custo da obra impõe gastos não só com a unidade privativa, mas também com as partes comuns, bem como para lançamento de IPTU.
ÁREA EQUIVALENTE DE CONSTRUÇÃO - Aquela estimada ou fictícia, baseada no custo unitário básico aplicável ao empreendimento, tendo o mesmo valor monetário que o efetivamente calculado para a área real correspondente. Assim, num exemplo claro, a área de uma garagem equivale, para efeito de custeio, por exemplo, à metade do valor da área de um apartamento, ou seja, o dispêndio para se erguer um metro quadrado de garagem é o mesmo para se erguer meio metro quadrado de um apartamento, assim como às áreas descobertas é atribuido um percentual de valor de 25% correspondente à área de um apartamento, por exemplo.
Fonte: Site - Tudo sobre Imóveis
Clique Century 21 Lagoa Santa e faça uma busca detalhada do seu imóvel.
Na maioria das vezes quando nos perguntamos sobre a área do nosso apartamento, nos enganamos na sua definição; aqui vamos colocar tudo no devido lugar para que você não cometa equivoco na hora de contratar a construção ou a compra da unidade:
ÁREA PRIVATIVA - É aquela onde o proprietário detém a integridade do seu domínio, constituído pela superfície limitada pela linha externa que contorna as paredes das dependências de uso privativo e exclusivo do proprietário, sejam elas cobertas ou descobertas e pelo eixo das paredes que separem de outra unidade , no mesmo piso. O mercado utiliza, via de regra, outras expressões, como área útil, e até mesmo 'área de vassoura', para denominar aquela situada dentro do ambiente exclusivo do condômino. Importante ressaltar que esta é a área individual, a área em que o condômino detém todo o seu domínio, restrito aos limites, sendo portanto a área mais importante no momento da compra e sobre a qual o adquirente atribui a maior importância, devendo inclusive ser objeto direto de questionamento quando da transação.
ÁREAS DE USO COMUM: Aquelas que podem ser utilizadas em comum por todos os propretários das unidades autônomas, sendo franqueado o acesso, seu uso e gozo, de forma comunitária, constituídos, por exemplo, pelo hall do prédio, áreas de lazer, corredores de circulação, etc.
ÁREAS DE DIVISÃO NÃO PROPORCIONAL: Aquelas de uso privativo ou comum a uma ou várias unidades autônomas, independente de qualquer relação de proporcionalidade com as respectivas áreas privativas de construção, ou seja, áreas que, embora situadas fora da área privativa e exclusiva do uso do condômino, são a ele pertencentes, podendo também pertencer a mais de um condomínio. O exemplo mais usual da área de divisão não proporcional são as vagas de garagem, que embora situadas em local de uso comum, a sua utilização se restringe ao titular da unidade autônoma correspondente ao respectivo box.
ÁREAS DE DIVISÃO PROPORCIONAL - Aquelas de uso comum, distribuídas às unidades autônomas na proporção dos respectivos percentuais que ocupam na edificação. Assim todos compartilham, na proporcionalidade de suas respectivas frações, as áreas que são comuns a todas as unidades.
ÁREA DE CONSTRUÇÃO - Soma da área privativa da unidade autônoma, com as parcelas de uso comum, formando assim a área total de construção, que corresponde ao montante que o proprietário da unidade possui no futuro empreendimento, chamando a atenção para não confundi-la com a área privativa, restrita à unidade e ao uso exclusivo do proprietário, haja vista que a área total é utilizada para efeito de cálculo do rateio das despesas de construção, uma vez que o pagamento do custo da obra impõe gastos não só com a unidade privativa, mas também com as partes comuns, bem como para lançamento de IPTU.
ÁREA EQUIVALENTE DE CONSTRUÇÃO - Aquela estimada ou fictícia, baseada no custo unitário básico aplicável ao empreendimento, tendo o mesmo valor monetário que o efetivamente calculado para a área real correspondente. Assim, num exemplo claro, a área de uma garagem equivale, para efeito de custeio, por exemplo, à metade do valor da área de um apartamento, ou seja, o dispêndio para se erguer um metro quadrado de garagem é o mesmo para se erguer meio metro quadrado de um apartamento, assim como às áreas descobertas é atribuido um percentual de valor de 25% correspondente à área de um apartamento, por exemplo.
Fonte: Site - Tudo sobre Imóveis
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Quais seriam as técnicas básicas para chegarmos a soluções viáveis para a decoração de interiores com pouco espaço?
Cada vez mais esta iniciativa deve ser tomada por quem faz arquitetura de interiores, já que são verdadeiros quebra-cabeças os apartamentos de hoje. A conjuntura explica de alguma forma os porquês destes diminutos imóveis. A cidade grande, com custo do metro quadrado em alta, não permite grandes construções.
Em primeiro lugar, utilizar sempre as cores claras, que expandem os ambientes. Transparências também são muito úteis, e móveis proporcionais fazem ainda com que o ambiente pareça maior.
No destaque da foto, temos uma diminuta sala fazendo parte de um apartamento de um quarto que perfaz um total de 39 metros quadrados.
A sala exposta possuía um programa de necessidades no qual, além do televisor de 29 polegadas, deveria haver aparelhagem de som, local para armazenar copos, pratos, e ainda receber dois casais para um eventual jantar. A solução ainda incluía o grande companheiro da atualidade, o computador.
Como mágica não existe, precisamos incorporar o pequeno terraço, anteriormente aberto, ao espaço da sala, nos possibilitando a execução de um escritório.
O ambiente tinha uma concepção muito alongada, principalmente por causa da conexão da sala de estar com a varanda. Desta feita foi executado um rebaixo em gesso, transversal à parte longa da peça, reduzindo visualmente seu comprimento.
Todos os detalhes englobaram a mesma função: deixar o ambiente com maior aparência.
Esperamos que esta pequena e rápida lição possa lhe servir de diretriz para um futuro trabalho.
Fonte: Tudo sobre Imóveis por Clarice Mancuso
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Cada vez mais esta iniciativa deve ser tomada por quem faz arquitetura de interiores, já que são verdadeiros quebra-cabeças os apartamentos de hoje. A conjuntura explica de alguma forma os porquês destes diminutos imóveis. A cidade grande, com custo do metro quadrado em alta, não permite grandes construções.
Em primeiro lugar, utilizar sempre as cores claras, que expandem os ambientes. Transparências também são muito úteis, e móveis proporcionais fazem ainda com que o ambiente pareça maior.
No destaque da foto, temos uma diminuta sala fazendo parte de um apartamento de um quarto que perfaz um total de 39 metros quadrados.
A sala exposta possuía um programa de necessidades no qual, além do televisor de 29 polegadas, deveria haver aparelhagem de som, local para armazenar copos, pratos, e ainda receber dois casais para um eventual jantar. A solução ainda incluía o grande companheiro da atualidade, o computador.
Como mágica não existe, precisamos incorporar o pequeno terraço, anteriormente aberto, ao espaço da sala, nos possibilitando a execução de um escritório.
O ambiente tinha uma concepção muito alongada, principalmente por causa da conexão da sala de estar com a varanda. Desta feita foi executado um rebaixo em gesso, transversal à parte longa da peça, reduzindo visualmente seu comprimento.
Todos os detalhes englobaram a mesma função: deixar o ambiente com maior aparência.
Esperamos que esta pequena e rápida lição possa lhe servir de diretriz para um futuro trabalho.
Fonte: Tudo sobre Imóveis por Clarice Mancuso
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Casa com energia sustentável
O quadro de escassez de recursos energéticos a médio e longo prazo e, em contrapartida, o aumento da demanda por energia traz preocupações. Para solucionar o problema, o caminho é o investimento em alternativas mais econômicas e sustentáveis, como o uso da energia solar em substituição à eletricidade. O engenheiro civil Roberto Deslandes explica que os sistemas de aquecimento solar contribuem para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, atendendo ao Plano Nacional sobre Mudança do Clima e às metas de eficiência energética do Plano Nacional de Energia (PNE) 2030.
Outra vantagem do emprego da energia solar é a geração de menor impacto ambiental e, consequentemente, menor degradação dos recursos naturais. “Esses são aspectos essenciais para uma melhor qualidade de vida e para um desenvolvimento sustentável das cidades”, ressalta Roberto.
Diretor comercial da E2solar, Rafael Littieri da Silva acrescenta que a diminuição da poluição, gerada pelo uso de outras matrizes energéticas, e a redução dos impactos ambientais resultantes da construção de hidrelétricas são alguns dos benefícios de apostar nessa ideia. “Do ponto de vista financeiro, há a economia direta de energia elétrica, gás ou outro tipo de combustível que tenha como finalidade o aquecimento de água ou outro fluido.”
Somado a essas vantagens, há o conforto proporcionado pela boa temperatura e pela pressão da água, que possibilita grande vazão, como esclarece o diretor técnico da Sollar Equipamentos, Eugênio Paceli Pessoa. Sem contar a redução na conta de luz, fator que contribui para a valorização do imóvel. “O chuveiro é o grande vilão dos gastos de energia elétrica numa casa de família comum. Quando ele é substituído por um sistema de aquecimento solar, a conta mensal de energia elétrica poderá cair até 50%”, diz.
Gostou da ideia? Para iniciar o trabalho, é essencial que os envolvidos no projeto façam um bom planejamento, conforme explica Roberto Deslandes. “Ele deve prever um telhado de acordo com a premissa básica do sistema, que é o desnível entre as placas solares e os reservatórios, o de água fria e o de água quente, também chamado de boiler.”
É necessário, ainda, que o imóvel esteja posicionado corretamente para garantir a maior eficácia possível na absorção de energia solar. Depois é a vez de entrar em cena o projetista de instalações hidráulicas prediais, profissional que tem a função de montar o sistema, potencializando sua eficiência e economia. “Maximizando o conforto e reduzindo as perdas de calor.”
VARIEDADE. Para Rafael Littieri, o primeiro passo é definir qual sistema de aquecimento será utilizado, já que há diferentes tipos de produto e instalações. “Em seguida, é de suma importância avaliar as condições do local onde será inserido o sistema solar, como espaço físico, instalações hidráulicas já existentes e condições climáticas.” Depois disso, é hora de o projetista avaliar qual é o principal benefício esperado pelo consumidor. “Se é financeiro, será buscada a opção de melhor custo/benefício. Se for ecológico ou de diversificação de matriz energética, será priorizada a opção que gere mais energia solar”, completa Rafael.
Fonte: lugarcerto.com
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Outra vantagem do emprego da energia solar é a geração de menor impacto ambiental e, consequentemente, menor degradação dos recursos naturais. “Esses são aspectos essenciais para uma melhor qualidade de vida e para um desenvolvimento sustentável das cidades”, ressalta Roberto.
Diretor comercial da E2solar, Rafael Littieri da Silva acrescenta que a diminuição da poluição, gerada pelo uso de outras matrizes energéticas, e a redução dos impactos ambientais resultantes da construção de hidrelétricas são alguns dos benefícios de apostar nessa ideia. “Do ponto de vista financeiro, há a economia direta de energia elétrica, gás ou outro tipo de combustível que tenha como finalidade o aquecimento de água ou outro fluido.”
Somado a essas vantagens, há o conforto proporcionado pela boa temperatura e pela pressão da água, que possibilita grande vazão, como esclarece o diretor técnico da Sollar Equipamentos, Eugênio Paceli Pessoa. Sem contar a redução na conta de luz, fator que contribui para a valorização do imóvel. “O chuveiro é o grande vilão dos gastos de energia elétrica numa casa de família comum. Quando ele é substituído por um sistema de aquecimento solar, a conta mensal de energia elétrica poderá cair até 50%”, diz.
Gostou da ideia? Para iniciar o trabalho, é essencial que os envolvidos no projeto façam um bom planejamento, conforme explica Roberto Deslandes. “Ele deve prever um telhado de acordo com a premissa básica do sistema, que é o desnível entre as placas solares e os reservatórios, o de água fria e o de água quente, também chamado de boiler.”
É necessário, ainda, que o imóvel esteja posicionado corretamente para garantir a maior eficácia possível na absorção de energia solar. Depois é a vez de entrar em cena o projetista de instalações hidráulicas prediais, profissional que tem a função de montar o sistema, potencializando sua eficiência e economia. “Maximizando o conforto e reduzindo as perdas de calor.”
VARIEDADE. Para Rafael Littieri, o primeiro passo é definir qual sistema de aquecimento será utilizado, já que há diferentes tipos de produto e instalações. “Em seguida, é de suma importância avaliar as condições do local onde será inserido o sistema solar, como espaço físico, instalações hidráulicas já existentes e condições climáticas.” Depois disso, é hora de o projetista avaliar qual é o principal benefício esperado pelo consumidor. “Se é financeiro, será buscada a opção de melhor custo/benefício. Se for ecológico ou de diversificação de matriz energética, será priorizada a opção que gere mais energia solar”, completa Rafael.
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