sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Lâmpadas incandescentes serão retiradas do mercado até 2016.

As lâmpadas incandescentes comuns serão retiradas do mercado até 2016, conforme portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio, publicada no Diário Oficial da União. O objetivo é substitui-las por modelos mais econômicos.
A medida, aliada ao Programa de Metas das Lâmpadas Fluorescentes Compactas, fará com que o País economize cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano), até 2030. De acordo com a Agência Brasil, essa economia equivale a mais que o dobro conseguido com o Selo Procel.
Serão retiradas do mercado as lâmpadas incandescentes de uso geral, exceto as com potência igual ou inferior a 40 Watts, as específicas para estufas, as que são refletoras, defletoras ou espelhadas, entre outras.
Segundo técnicos do Ministério de Minas e Energia, se entre 30 de junho de 2012 e 30 de junho de 2016 não aparecer uma nova tecnologia que torne as lâmpadas incandescentes mais eficientes, esse produto será banido do mercado.
Este modelo acima de lâmpada incandescente que será retirada de circulação até 2016.

Lâmpadas

Existem 147 modelos de lâmpadas incandescentes, de quatro fabricantes diferentes, no mercado brasileiro.
A estimativa é que essa lâmpada seja responsável por 80% da iluminação residencial no Brasil, sendo que são consumidas cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas.
Junto com a evolução da tecnologia nos sistemas de iluminação, aumentou a preocupação com a falta de energia e a busca por soluções que abrangem a boa iluminação, equipamentos mais eficientes e formas inteligentes de utilização.
As lâmpadas fluorescentes compactas podem fornecer quantidade maior de luz com um custo energético inferior à tecnologia incandescente.

Fonte: UOL

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Anúncios de imóveis nas Redes Sociais


A febre das redes sociais está roubando o mercado imobiliário dos classificados dos jornais nos últimos anos. Aliando os novos recursos tecnológicos dos sites e sistemas de busca pela internet, as mídias sociais têm se posicionado como ferramentas fundamentais para os corretores, construtoras e incorporadoras de imóveis no Brasil. A busca hoje acontece em toda a web de uma maneira bem mais fácil e direta.


Através de redes como o Twitter, o OrkutFacebook e outras, as empresas do ramo estão buscando seus clientes com novas estratégias de marketing digital. Uma delas é a realidade aumentada, cuja tecnologia mistura elementos reais com o plano virtual no intuito de produzir uma imagem estimulante para o consumidor em potencial. Afinal, com esta ferramenta a pessoa pode ver como será o empreendimento que ainda não foi construído, tamanho da garagem e dos cômodos, etc.

ACEITA - Redes Sociais


Segundo especialistas da área, as imobiliárias aproveitaram o bom momento para os negócios para inserir técnicas de marketing atraindo cada vez mais o público. O lado positivo é que tal perspectiva acaba conquistando compradores que nem sequer procuravam por isso, diferente do que acontece com o atendimento físico, em que o corretor só atinge aqueles que buscam as oportunidades.

Prova disso foi a venda de um imóvel de R$ 500 mil durante uma promoção lançada no Twitter por uma construtora de São Paulo.

Assim, os lançamentos ganham uma nova dimensão, levando as imobiliárias e construtoras a utilizar as mídias sociais para divulgar, ao mesmo tempo em que desenvolve o relacionamento com o público colocando-se à disposição para atender e responder às dúvidas e sugestões que surgirem.

Profissionais deste segmento apostam nesse conceito de comunicação em rede e acreditam que os índices de negócios fechados podem aumentar ainda mais.

Fonte: MARKETING E PUBLICIDADE IMOBILIÁRIA

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Construtoras tentam de tudo para atrair os clientes

Para ganhar a atenção dos consumidores, algumas construtoras têm lançado mão de táticas diversificadas, que incluem distribuição de brindes, descontos, vale supermercado e até vista panorâmica do empreendimento a bordo de um balão. Para atrair clientes para esses diferenciais são adotadas táticas que contam com o desenvolvimento de estratégias de marketing criativas e bem focadas.

A promoção Sua entrada vale o triplo foi o meio encontrado pela Rossi para garantir a atenção do comprador. Ao adquirir uma unidade de um dos empreendimentos participantes da campanha, o cliente ganhava o dobro do valor pago na entrada, estipulado para a efetivação da compra do imóvel. O valor do bônus – que estava limitado ao valor de entrada constante na tabela de vendas – é amortizado na parcela de saldo final, mediante adimplência do cliente no período.

Este mês, a Direcional Engenharia investiu em uma ação que deu um caminhão de prêmios aos clientes que adquiriram um imóvel da construtora. Na entrega das chaves, os compradores receberam um voucher, com valores que variavam entre R$ 4 mil e R$ 6 mil, para ser trocado por produtos à escolha do cliente. Entre os prêmios disponíveis havia TVs de LCD 42 polegadas, refrigeradores duplex e máquinas de lavar roupas.

A promoção, válida por 30 dias, teve como objetivo incentivar as vendas de apartamentos nos empreendimentos Gran Felicitá, Gran D’Ouro e Varandas Fazenda da Serra, na região da Pampulha. Segundo Dilson Silva, gerente comercial da Região Sudeste da Direcional, o que levou ao desenvolvimento da campanha foi a expectativa de atrair clientes no fim do ano. “O Natal no setor imobiliário ocorre um pouco antes do Natal do varejo, já que o processo de compra de um imóvel é mais longo.”

A Even Construtora também apostou nas promoções como diferenciais competitivos para impressionar os clientes e, este ano, realizou uma série de eventos para divulgar seus empreendimentos, como conta o gerente geral da empresa em Minas Gerais, Marcelo Dzik. “No pré-lançamento do Vivace Castelo, por exemplo, os clientes foram convidados para uma degustação de sorvetes Easy Ice nos estandes de vendas”.

Outra promoção da empresa foi a Seleção Especial Even, que ofereceu preços e condições especiais de pagamento, além de uma TV de 52 polegadas para os clientes que comprassem unidades nos edifícios Monticiello e SPA. “Durante o período da promoção, o cliente participou de vários eventos marcantes, como a degustação do bufê do renomado chef Ivo Faria, do Vecchio Sogno”, destaca Marcelo.

Durante a Copa do Mundo, o cardápio foi diferente, como lembra o gerente-geral da Even. “Numa parceria com o Buffet Célia Souto Mayor, foi possível degustar comidas típicas de diversos países e os clientes foram presenteados com uma camiseta assinada pelo estilista Victor Dzenk.”

Fonte: Lugar Certo

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Chineses Constroem Hotel em 6 dias



“Construindo à chinesa” – essa talvez venha a ser uma expressão muito usada para definir a agilidade e velocidade incomum de algumas construções, mas nenhuma pode tão rápida quanto esta. Bom, hoje em dia não dá para duvidar de mais nada.

Na China, mais precisamente em Changsha, foi construído um prédio de 15 andares em apenas 6 dias! Parece piada até, mas é real. O Ark Hotel foi erguido com partes pré-fabricadas, o que ajudou nesta incrível marca, foram dois dias para erguer a estrutura, mais quatro dias para fazer o acabamento do prédio.

Por mais rápido que a estrutura tenha sido erguida ela é perfeita. Suporta terremotos de 9 graus e ainda conta com isolamento térmico e acústico. Todos os seis dias de trabalho dia e noite foram devidamente gravados e lançados na rede.

Vejam a incrível construção do Ark Hotel em um vídeo tão acelerado quanto foram estes construtores.



Fonte: Blog Justo

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Cores claras e móveis multifuncionais para ganhar espaço na casa


A sala parece pequena para ter, de um lado, sofá, poltrona e mesa de centro e, de outro, um conjunto de jantar. Na cozinha, está difícil saber como colocar todos os móveis e eletrodomésticos e ainda ter lugar para panelas e utensílios. Quem já não passou por esse tipo de problema? Pois bem: com um pouco de jeitinho, criatividade e paciência, a solução aparece. Para ajudar nessa arrumação, o Morar Bem convidou a arquiteta Emmilia Cardoso que, durante 15 dias, respondeu às questões dos leitores sobre como ganhar espaço nos ambientes. Confira o resultado do tira-dúvidas e clique aqui para ver todas as respostas.

Andrea Lima (Rio de Janeiro) - Gostaria de arrumar minha sala com dois ambientes – um para estar e outro para jantar. Como faço com o sofá? Emmília Cardoso - Seu sofá deve ficar integrado ao estar e, se possível, fazendo uma integração com as mesas laterais, se elas existirem, e a de centro. Se você tiver televisão nesta sala, coloque o sofá, preferencialmente, em frente à TV. A sala de jantar deve, se possível, ter um aparador que tefacilite quando houver refeições, pois serve de apoio aos alimentos.

Angélica Araújo (Rio de Janeiro/RJ) – Moro num apartamento de 67 metros quadrados. A sala mede 12 metros quadrados. Não sei como decorá-lo, mas prefiro o estilo clean

Emmília – Coloque uma mesa de jantar redonda com diâmetro de 1,20 metros, quatro cadeiras, um sofá com 1,80 metro, duas poltronas ou cadeiras pequenas e uma estante para TV com cerca de 1,5 metros x 0,50 metros de largura. A sala pode ter ainda uma mesinha lateral com 45 cm, no centro, duas mesinhas descentradas. Isto é básico e as medidas estão de acordo com a área, só não sei onde ficam as portas e janelas. Mas acredito que isto já te ajuda. Pinte de off-white com branco.

Ana Araújo (Rio de Janeiro/RJ) – Gostaria de sugestões para aproveitar o espaço da minha pequena cozinha e colocar uma pequena bancada para lanches rápidos.Emmília - Numa cozinha quadrada, os cantos são os melhores locais para se transformar em áreas de refeição. Sugiro que a leitora adquira uma mesa em formato retangular, uma vez que permite um melhor aproveitamento do espaço existente. O que você deve sempre pensar em ter: pequenas despensas; gavetas com divisórias; prateleiras para guardar pratos e panelas; prateleiras giratórias, que disponibilizam mais espaços; gavetas especiais para talheres.

MODA DOS TONS FLÚOR GANHA ESPAÇO TAMBÉM NA ARQUITETURA DE INTERIORES

Lucien Biot (Niterói/RJ) – Como montar um quarto/escritório para dois adolescentes com as seguintes dimensões: 2,4 metros x 3,2 metros?

Emmília – Para seus meninos, eu sugiro cama beliche e uma mesa com 1,50 metros de largura. O armário pode ter duas folhas de portas, com 1,80 centímetros de largura. Não sei a posição da porta de acesso, mas acredito que assim eles ficarão acomodados.

Jonathan Marins da Silva (Rio de Janeiro/RJ) – Moro numa quitinete no Rio e gostaria de saber como organizar o quarto de forma eficiente para liberar espaço. Preciso de um guarda-roupas maior para guardar os objetos pequenos? O que fazer?

Emmília – A melhor coisa é esconder os itens pequeninos no armário para que não dê a impressão de bagunça. Acho cômoda desnecessária, porque ocupa muito lugar. Opte pelos armários mesmo. Coloque apenas uma mesa de cabeceira. Encostar a cama na parede é válido. E use cortinas leves com cores claras.

Shaiene Montalvão Moreira dos Santos (Rio de Janeiro/RJ) – Gostaria de saber se algumas cores realmente fazem com que o ambiente pareça menor. Estou pintando minha sala de branco, com uma parede em vermelho escuro. Uma sala pequena com essa cor ficaria com aparência de menor ainda?

Emmília – Não existe verdade absoluta para cores. Elas, na verdade, promovem um benefício emocional. Em interiores, as cores claras aumentam os volumes e as escuras aproximam as superfícies. Para rebaixar o forro da sala, por exemplo, podemos pintá-lo de escuro. Ele parecerá mais baixo e a sala mais acolhedora, pois, se pintássemos as paredes com cores claras, elas “recuariam” e tornariam o ambiente mais amplo. Mas, de fato, as cores saturadas diminuem o ambiente, sendo desaconselháveis para pequenos espaços.

Fonte: O Globo.

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O valor da terra


Áreas para construir tiveram valorização superior aos imóveis prontos. Oferta, porém, continua equilibrada

Se o aquecimento da construção civil movimentou a venda dos imóveis construídos, a comercialização de terrenos também ganhou um impulso nos últimos cinco anos. Hoje, a cidade tem boa oferta de lotes para pequenos e grandes construtores. Até outubro deste ano, existiam à venda em Curitiba 1.533 terrenos, segundo informações do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvol­vi­mento do Mercado Imobiliário e Con­dominial (Inpespar), órgão ligado ao Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

O número tem se mantido estável nos últimos anos, girando na mesma faixa. Em janeiro de 2008, por exemplo, eram 1.477 terrenos para a comercialização na capital. Em 2007, a oferta era de 1.475 lotes. “No passado, essa oferta era certamente maior. Mas ainda é boa, principalmente quando levamos em consideração os números recordes de construção

Os bairros localizados na Região Oeste de Curitiba ainda são os campeões de oferta. De acordo com os dados do sindicato, juntos, Santa Felicidade e Campo Comprido respondem por 230 áreas desse tipo. “São regiões que possuem uma área extensa e tradição para esse tipo de loteamento. Não é por acaso que ali se encontram a maioria dos condomínios horizontais da capital”, explica Celles. recentes”, define Paulo Celles, vice-presidente de Lançamentos, Compra e Venda do Secovi-PR.

Esses não são os únicos focos para quem se interessa por essa modalidade de imóvel. Bairros como CIC (com 43 unidades), Xaxim (com 66) , Uberaba (com 48) , Portão (com 44) e, até mesmo Água Verde (com 45 lotes) possuem boa disponibilidade de terrenos à venda. “Essas são algumas áreas bastante urbanizadas, principalmente o Água Verde, mas que pelo seu tamanho, ainda reserva bons espaços”, diz o vice-presidente.

Preços valorizados Apesar de a oferta de terrenos ter suprido a grande procura, mesmo com o setor superaquecido, esse tipo de imóvel foi um dos que tiveram maior valorização no último ano. De janeiro de 2008 até outubro de 2009, menos de dois anos, os lotes de Curitiba ficaram 64% mais caros: o metro quadrado passou dos R$ 291,51 para R$ 478,21, segundo o Inpespar. A valorização foi maior do que a das residências de dois dormitórios, por exemplo, que subiram 56%.

Profissionais do setor apontam diferentes motivos para essa mudança de preço. Para o diretor de vendas da Imobiliária Apolar, Daniel Galiano, a alta – que ganhou um novo impulso nos últimos meses – pode ser ter sido causada pelo próprio setor. “Os terrenos deram outra inflacionada de uns 60 a 90 dias para cá. Há especulação em relação ao preço, porque o metro quadrado das residências não cresceu na mesma proporção.”

Já o corretor e diretor da LS Assessoria Imobiliária, Luis Alberto Daneve, encara a variação de preços como um caminho natural do mercado. “Com esse superaquecimento da construção, a oferta dos terrenos caiu de forma significativa. Com essas opções reduzidas, era de se esperar que os preços subissem. Os terrenos baratos ainda existem, mas estão nas regiões mais afastadas da cidade, periféricas, e na região metropolitana”, define. Para ele, na prática, os terrenos raramente custam menos de R$ 70 mil.

Fonte: Gazenta do Povo.

Terrenos e Lotes em Lagoa Santa.

Empresários da construção civil estão otimistas, revela CNI

A indústria da construção civil fechou 2009 aquecida e otimista com as perspectivas de expansão do setor nos próximos seis meses. O nível de atividade cresceu em dezembro em relação ao mês anterior e, segundo os empresários do ramo, manteve-se mais aquecido que o usual para o período. Os dados constam da primeira Sondagem da Construção Civil realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre 4 e 22 de janeiro com 283 empresas do setor de construção civil.

A pesquisa mostra indicador de expectativa de atividade para os próximos seis meses em 70,6 pontos. A metodologia considera 50 pontos como nível que divide retração de crescimento.

O gerente de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, afirmou que otimismo da indústria daconstrução é melhor do que da indústria da transformação, principalmente nas grandes empresas.

Para o vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, o programa Minha Casa Minha Vida e as obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) são os principais motivos de otimismo dos setor.

“O grande vetor é o Minha Casa Minha Vida. As obras do PAC que começaram a andar também foram responsáveis pelo aquecimento”, disse Martins.

O plano, segundo Martins, beneficia parcela das construtoras dedicadas à área imobiliária, que responde por cerca de um terço do setor de construção civil, formado também pelas áreas de obras públicas dos prestadores de serviços.

O índice de expectativa de número de empregados nos próximos seis meses no setor de construção civil ficou em 66,8 pontos, depois de encerrar o quarto trimestre de 2009 em nível acima dos três meses imediatamente anteriores, em 53,6.

“As empresas deverão contratar trabalhadores nos próximos seis meses diante do nível registrado pelo indicador de perspectiva de número de postos de trabalho”, afirma relatório da CNI/CBIC.

Em dezembro do ano passado, o nível de atividade do setor ficou em 53,2, mostrando um nível de produção acima do normal para o mês, aponta o levantamento.

O maior patamar de atividade no fim de 2009 foi apurado entre grandes empresas, 56,8 pontos. Enquanto isso, companhias médias tiveram índice de 53,1 e pequenas mostraram queda na atividade, com o indicador em 49,3 para dezembro.

Para Renato da Fonseca, gerente-executivo de pesquisas da CNI, os números da construção civil, apesar de fortes, não levantam preocupações inflacionárias.

“O que temos que observar mais é o crescimento da atividade na comparação com o usual para o mês, e ela está apenas um pouco acima dos 50 pontos”, afirmou Fonseca a jornalistas.

A elevada carga tributária foi o principal problema enfrentado pelas empresas no último trimestre de 2009. A questão foi levantada por 60,7 por cento das empresas em sondagem dirigida, seguido da falta de trabalhador qualificado (53 por cento) e por condições climáticas (36,7 por cento).

Para as grandes empresas do setor, o maior problema mesmo está na falta de oferta de trabalhadores qualificados. Esse segmento também se mostrou mais otimista do que as empresas de pequeno e médio porte. (Com informações da Reuters)

Fonte: O Globo.

Imóvel na Planta em Lagoa Santa.

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